William diz que vitória diante do Coritiba foi divisor de águas, exalta trabalho de Jorginho e que quer fazer o máximo de gols possível

 

Crédito obrigatório para reprodução da imagem: PontePress/Guilherme Dorigatti

 

Antes de viajar para o Rio de Janeiro, onde a equipe enfrenta o Fluminense neste sábado (19), às 16 horas no Maracanã, o atacante William foi taxativo sobre o que representou a última vitória da Ponte diante do Coritiba. “Foi um divisor de águas. Se nós perdêssemos o jogo aqui em casa, abriria 11 pontos do próprio Coritiba e aí seria quase impossível nos salvarmos. Sabíamos do fato que era ganhar aqui, para poder diminuir essa vantagem”, diz o artilheiro.

Ele ressalta que os próximos jogos, a contar o de amanhã, são cruciais para as pretensões da Macaca. “Sabemos que na sequência nós temos confrontos diretos. Vão vir equipes aqui que encostaram perto da zona de rebaixamento. Para nós era importante essa vitória, para dar moral na sequência do campeonato, já que agora jogamos contra uma equipe que também está encostada nessa zona e com possibilidade de diminuir essa distância para dois ou três pontos na próxima rodada”, afirma William, que promete continuar ajudando a Macaca com seu faro de gol.

 “Eu quero fazer 50, 100 gols se eu puder fazer. Eu não quero ficar nos 30 que me propus lá atrás. O William que está aqui na Ponte Preta sempre buscou mais: quero ser campeão da Sul-Americana, tirar a Ponte dessa situação e fazer um monte de gols. Buscar cada vez mais. Infelizmente na quarta foi uma partida para mim em que não estava conseguindo jogar. A bola estava espirrando e o campo estava bem liso. Mas a equipe tem ajudado para que eu chegue na artilharia e eu vou em busca sim, mas sempre com a ajuda dos  meus companheiros”, ressalta.

O centroavante também salienta o quanto o trabalho do técnico Jorginho tem sido importante nessa busca da Ponte Preta em se livrar do rebaixamento. “Se o Jorginho tivesse chegado antes, nós não estaríamos nessa situação. Da mesma forma que eu falei lá dentro para alguns amigos meus. Não desmerecendo os outros treinadores que tiveram aqui, cada um tem seu trabalho: o Guto merece o que está acontecendo com ele na Portuguesa, é um baita de um treinador, trabalhei com Carpegiani antes. Mas o Jorge trouxe algo para nós aqui que estávamos precisando”, diz.

O camisa 9 esclarece o que entende ser o principal diferencial de Jorginho. “É algo de família, de dar moral para os atletas, de conversar, de ter uma formação e de manter uma equipe. Se tivéssemos feito isso antes, lá atrás, poderíamos estar em uma situação bem melhor”, afirma o atacante, que afirma que reforça a necessidade de vitória nessa reta final de competição.

“A Ponte não tem gordura para ficar empatando ou perdendo jogos. A cada jogo que perdemos ou empatamos, complica para nós. Temos que passo a passo, jogo após jogo, ganhar. São nove batalhas dificílimas para a Ponte. Estamos procurando diminuir os pontos de diferença, para depois tentar sair. Temos que dentro do vestiário falar com a rapaziada que temos tudo para poder sair, incentivar. Está na nossa mão, dentro da nossa casa. Dever de casa tem que fazer. Isso nós passamos dentro do vestiário e Graças a Deus a equipe tem procurado pegar isso.”

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