Wellington diz que já está adaptado ao Brasil após retorno do Japão e se cobra para mostrar melhor futebol com a camisa da Ponte

 

Crédito obrigatório para reprodução da foto:
PontePress/FábioLeoni

Em sua primeira partida com a camisa da Ponte Preta, contra a equipe do São Bernardo, o atacante Wellington entrou na segunda etapa e deixou sua marca. Nas outras duas partidas, porém, o atleta não balançou as redes. Já ambientado não só ao clube, mas ao Brasil – antes de vestir a camisa alvinegra, ele estava atuando no Japão – o jogador se cobra para mostrar um bom futebol na Macaca. “Esses três jogos que atuei foram mais para eu me adaptar. Agora, e eu até me cobro isso, o tempo de adaptação já foi. Está na hora de mostrar serviço”, afirma o centroavante, que cita o dia a dia de trabalho como um dos diferenciais que considera positivo no nosso futebol.

“O que mais me alegra e me deixa feliz em estar no Brasil é o ambiente. Não só o povo japonês, mas como também o europeu, são frios na hora de trabalhar. Não tem muito sorriso. Não tem algumas brincadeiras. E aqui tem sempre um bate-papo para que possamos descontrair e fiquemos mais a vontade para fazer um treino legal. Isso é que me deixa mais a vontade aqui no Brasil”, revela Wellington, que acredita na evolução do seu jogo e do time.

“Contra o Mogi foi minha terceira partida e a segunda como titular. Só naquele jogo é que não consegui ter uma boa movimentação e fazer uma boa partida, mas eu acho que faz parte. O gramado não ajudou e a chuva prejudicou um pouco mais. Fizemos um bom primeiro tempo e o segundo não. Mas nada para se desesperar. Estamos trabalhando bem e é só ter um pouco mais de calma, que daqui a pouco encaixa”, diz.

Para Wellington, apesar de acreditar na evolução da equipe pontepretana, é importante o time se manter focado no trabalho. “Quanto antes matarmos essa classificação melhor. Ainda mais em um jogo dentro de casa. Deixamos escapar pontos na última rodada e dentro de casa, diante da nossa torcida, não podemos deixar isso acontecer. Temos que entrar concentrados, buscando o resultado positivo”, cobra.

O atacante finaliza dizendo que confia no mando de jogo da Macaca para rendimento ainda mais forte.  “O que dificulta para nós é jogar em um gramado ruim. O nosso campo é bom, é diante da nossa torcida, e mesmo que as equipes venham fechadas, elas não agüentam os 90 minutos da nossa intensidade. A princípio a dificuldade está sendo em alguns gramados fora de casa, mas acho que nada que venha nos preocupar. É melhorar o que estamos fazendo, que o resultado virá naturalmente.”

Notícias Recentes

REDES SOCIAIS