Visitante mais indesejável do Brasileiro, Ponte se reapresenta nesta segunda e Renato Cajá quer agora voltar a vencer em casa e chama a torcida para lotar o Majestoso contra o Avaí

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O elenco da Ponte Preta faz na manhã desta segunda o último treino antes de seguir para a concentração e enfrentar o Avai, em partida marcada para a noite de terça no Moisés Lucarelli  (no domingo, os jogadores já treinaram no CT na manhã de domingo).  Líder isolada, a Ponte é o visitante mais indesejado do campeonato: foi o time que mais conquistou pontos fora (27, contra 25 do Avaí e 22 do Vasco, que seguem como segundo e terceiro no ranking de melhor aproveitamento fora) e o que mais marcou gols em partidas longe dos próprios domínios, tendo balançado as redes alheias 24 vezes – na sequência, vêm Avaí com 23 e Sampaio Correia com 21.

Mas se as estatísticas longe de casa são boas (e,vale lembrar, a Macaca também é o time com melhor aproveitamento em todo o segundo turno, com 26 pontos ganhos ou 78,8%), no Majestoso a Ponte não venceu as últimas duas partidas e, no que depender dos atletas, este fato tem que mudar já na noite de amanhã, na difícil partida contra o adversário direto e segundo visitante mais indigesto, o Avaí.  “Temos este confronto importante e precisamos voltar a vender dentro de casa. Por isso, inclusive, quero chamar a torcida já para lotar o estádio, que o apoio deles seja igual ao que fizeram na última rodada no Canindé, quando nos incentivaram o tempo todo. Vamos jogar por nós e por eles”, diz o meia Renato Cajá.

O jogador relembra o foco do time na última sexta e acredita que o empenho deve se repetir. “Foi muito importante última vitória, precisávamos vencer de qualquer forma até em virtude dos outros confrontos daquela rodada. Vínhamos focando nisso, sabíamos que a portuguesa estava desesperada, precisando vencer e soubemos dominar o jogo. Foi importante ter resta maturidade e o grupo todo está de parabéns, estão todos dedicados ao acesso.”

Cajá também analisa que balançar as redes primeiro é importante para a Ponte, e exemplifica justamente com a goleada contra a Lusa. “Marcar primeiro é melhor porque obriga o outro time a vir pra cima e aí eles abrem espaços. Foi o que aconteceu no último jogo, quando tomaram o gol eles tiveram que entrar pra jogar e com isso abriram espaços, e nós soubemos ter mais rapidez e aproveitar esses espaços”, avalia.

Ele finaliza falando sobre a boa fase dos atacantes alvinegros, em especial Rafael Costa e Alexandro Macacão. “Está bom demais, os artilheiros estão com faro de gol e isso é importante para a equipe e para o acesso. Temos que aproveitar essa confiança e saber que  cada jogo é uma final pra nós. O acesso está perto, mas ainda não conquistamos nada, então temos que ser  firmes, dedicados e com pé no chão.”

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