Presidente Vanderlei Pereira acompanha treino e comenta atual fase da equipe: mandatário acredita em bom final de Brasileiro da Macaca e comenta outros temas importantes conduzidos durante sua administração

Foto:PontePress/RodrigoCeregatti

O presidente da Ponte Preta, Vanderlei Pereira, acompanhou na manhã desta terça-feira (11) o treinamento da equipe, realizado no Moisés Lucarelli, onde o mandatário dá expediente diariamente. Ao lado do presidente de honra da Macaca, Sérgio Carnielli, Vanderlei analisou o momento de oscilação vivido pela equipe e projetou a recuperação dos comandados do técnico Eduardo Baptista.

“Fizemos uma partida contra o Cruzeiro totalmente diferente do que vínhamos fazendo. Antes foram belos jogos contra o Grêmio e Corinthians, mas não conseguimos repetir isso contra o Cruzeiro. Não foi nada de corpo mole, o pessoal está comprometido, mas cada jogo é uma história e nesse em questão, na minha opinião, acabamos tomando gol por bobagem e no Mineirão não é fácil reverter uma situação”, disse Vanderlei, que mostra confiança no grupo de trabalho e destaca que a diretoria não intervém nos trabalhos.

“Nós temos uma equipe técnica hoje, com o Eduardo Baptista, o Gustavo Bueno e o Cristiano Nunes, profissionais de primeira, confiáveis, e se nós interviermos em uma comissão dessas, aí sim nós racharíamos o grupo. Nós confiamos nos profissionais que temos na mão. Foi apenas um jogo que perdemos e agora podemos ganhar na quinta e no domingo, e embalar. Não tem ninguém descompromissado, pensando em Europa…todos estão pensando na Ponte”, reforçou.

Para Vanderlei, apesar do momento difícil, a Ponte faz um bom Campeonato Brasileiro e foi prejudicada pela arbitragem na competição. “A Série A do Brasileiro é um dos campeonatos mais competitivos do mundo e a Ponte está em 10º lugar. Se tivéssemos ganhado o jogo contra o Internacional aqui, onde nos roubaram, estaríamos com 41 pontos. Fomos prejudicados contra o Atlético Paranaense, pois para mim o pênalti que marcaram contra nós não existiu. Poderia ter acontecido o empate. Ou seja, poderíamos estar com 43 ou 44 pontos, em um campeonato que temos o Internacional, que é uma potência brasileira, está atrás de nós, o São Paulo e o Coritiba atrás também. A Ponte Preta ainda está bem no campeonato. Lógico que, como torcedor, eu queria estar disputando o título, mas em colocação a Ponte está bem”, ressaltou o presidente.

Vanderlei também comentou com perspectivas positivas sobre a maioria dos temas que são discutidos pela imprensa e pela torcida alvinegra. Confira abaixo:

Eduardo Baptista

“O Eduardo tem contrato conosco até o final de 2017. Tenho certeza que ele respeita o contrato, mas é óbvio que se vier alguma coisa maluca, nós sentaremos e vamos conversar. Mas não tem nada nesse momento para tirar ele da gente. Nem com ele e nem os jogadores”.

Salários em dia

“Já fechamos o mês de outubro. Paguei as luvas dos jogadores até janeiro ontem, para não deixar nada para o ano que vem. Salário dos funcionários são pagos dia 5 e nesse mês paguei no dia 1. Neste sentido o Majestoso é uma paz com funcionários e jogadores. Você pega o Santa Cruz, que está com quatro meses de salário atrasado e cinco meses para os funcionários. Qual o clima desse time? Difícil. Conosco não acontece isso, graças à Deus”.

Média de público no Majestoso

“Quanto ao público, não é só questão se está bem ou não na competição. O problema é violência, é onde estacionar o carro, é a chuva, o vento… são alegações de pesquisas que nós fizemos. Mas o público poderia também prestigiar um pouco mais”.

Contratos de TV

“Assinamos com a Globo a partir de 2019. São seis anos de contrato, até 2024. Em 2017 e 2018, quem não é do antigo Clube dos 13 recebe ainda o valor fechado. Nós ainda temos esse valor fechado até 2018 e a partir de 2019 teremos os seguintes cálculos: televisão aberta são R$ 600 milhões. 40% destes R$600 milhões, ou seja, R$240 mi, e divide por vinte e assim cada time ganhará R$ 12 milhões. Pega outros 30% de R$600 milhões, dá R$ 180 mi, e divide pela sua classificação, e o outro montante é pela aparição em TV aberta. Vai ser bem mais igualitária. Com respeito ao Premiere está sendo levantado o senso. Por exemplo: se a Ponte tiver 5% das assinaturas, recebe 5% de R$500 mil reais. Vai depender agora de cada torcedor que assina hoje o pay-per-view, de entrar no site e faça a escolha do seu time, porque aí terá a maior percepção de quanto representa a Ponte no futebol brasileiro”.

Poucas entrevistas

“O protagonista não sou eu e sim os jogadores. Eles é que fazem o espetáculo. Eu prefiro trabalhar e aparecer no momento que for necessário. No momento difícil. A Ponte não foi bem e eu estou aqui dando cara para fazer o que deve ser feito”.

Profut

“Estamos pagando o Profut normal e mais o que vence no mês. Nós já sabemos que entre os mais de cem clubes que aderiram, mais de trinta não estão pagando. Portanto, perdem o direito do Profut e o governo vai depois executar as dívidas fiscais que esse clube tem para com a união. Nossas contas estão em dia com o Profut e normal no dia a dia com o imposto. E o que vai acontecer com o Profut? Quem não estiver pagando em 2017, vai cair em 2018. Então o time da Série A vai para a B, da B para C, enfim, um monte de regulações que eles estão fazendo para que esses critérios sejam estabelecidos”.

Leandrinho

“Ganhamos uma ação, em que o Leandrinho não pode atuar no Brasil e no exterior. Mandamos um mandato judicial para o Nápoli, pois sabemos que eles estão negociando e mandamos o mesmo para a FIFA. Agora a FIFA  e o Nápoli estão com esse documento judicial e vamos ver se isso se resolve nos próximos dias. Ou a FIFA obedece o que o juiz determinou ou ela passa por cima e pagar R$270 mil euros, sendo R$90 mil por três anos. No Brasil o clube que o quiser tem que pagar R$14 milhões de reais, ou um valor que a Ponte acordar. No Brasil esqueça, ele não vai jogar. No exterior é a FIFA que vai decidir”.

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