Técnico Felipe Moreira ressalta importância de confronto contra o Coritiba e destaca histórico de trabalho na Ponte

 

Foto: PontePress/RodrigoCeregatti

A equipe da Ponte Preta encerra sua participação no Campeonato Brasileiro Série A 2016, no domingo (11), contra o Coritiba, mas a partida marcar o início do trabalho do novo técnico da Macaca, Felipe Moreira. Efetivado na função, após a saída de Eduardo Baptista, o treinador se mostra motivado em assumir o posto de comandante do futebol alvinegro.

“O que facilita é a história que tenho no futebol. Não foi de agora. Não iniciei esse ano com o Eduardo. Eu estou no futebol profissional desde 2003. Passei a categoria de base inteira aqui na Ponte Preta. Quando saí da base em 2003, por conta de uma lesão, eu já virei auxiliar do SUB 20, com três meses de trabalho junto do Osmar Guarnelli, que infelizmente tinha sofrido um acidente. Assumi o SUB 20 e fomos até a semifinal do campeonato que disputávamos”, diz Felipe, que é filho do treinador Marco Aurélio Moreira.

“Depois dessa etapa comecei a acompanhar o meu pai. Fui para o Cruzeiro, Atlético Mineiro, Vitória, Fortaleza, Figueirense. Depois trabalhei com o Mazola, como auxiliar. Vim para o Bragantino com ele e fiquei como auxiliar do clube. Apesar da pouca idade, eu tenho história no esporte. Isso proporciona a ter essa oportunidade e se estou tendo essa chance é porque fiz algo por merecer. É um objetivo da minha vida. Acho que estou preparado, é o que eu quero e vou aproveitar da melhor maneira possível”, reforça.

O treinador também faz uma avaliação das pretensões do clube e individuais sobre o jogo contra os paranaenses. “É um jogo do campeonato importantíssimo para mim, para alguns valores do clube, para termos uma colocação melhor e bater a meta do ano passado. Alguns buscando metas individuais, como no caso do Pottker, então é um jogo de suma importância para nós”, ressalta o treinador, que acredita ser normal uma pressão inicial sobre o seu nome.

“A parte dentro de campo não é tão diferente. É o mesmo trabalho que fiz nos dez jogos do Brasileiro do ano passado e no Paulista desse ano. O diferente é a cobrança e todos, independentemente da ideia, são cobrados por vitória. E comigo não vai ser diferente nesse começo”, acredita.

Felipe também não esconde que busca também na vivência que teve com seu pai, para usar dentro do que avalia ser interessante na sua equipe. “Meu pai sempre falou em trabalhos na linha de 30 metros, marcação próxima e fechar a trajetória de linha de bola par o gol. A parte de relacionamento do meu pai com o atleta era muito boa e isso eu tenho tentado levar. Uma cabeça pensa de um jeito, mas quando se tem trinta, se elas puderem se juntar e te ajudar, formando uma opinião com todos pensando igual, chegaremos mais longe. Trago isso comigo e que vem do meu pai. A postura aguerrida, lutando pela vitória, com marcação forte e saída rápida”, completa Felipe.

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