Ponte se reapresenta na segunda e Sidney Moraes enfatiza importância da primeira vitória com espírito de superação e conquista

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PontePress/DJotaCarvalho

O elenco da Ponte Preta descansa neste domingo e se reapresenta na tarde de segunda, no Majestoso, já pensando no confronto do meio da semana contra o XV de Piracicaba. Para o técnico Sidney Moraes, a vitória contra o Audax na noite de sábado teve grande importância, não só por ser “um passo importante na caminhada” do campeonato, como também pelo espírito de superação de dificuldades exibido pela equipe.

“Foi um jogo difícil, com todas as dificuldades que as pessoas já sabem, como nosso pouco tempo de preparação, algumas pelas improvisadas e o adversário que joga junto há dois anos e tem uma forma de envolver diferente do que a maioria dos times. Chegamos cientes da importância e conseguimos vitória em casa no primeiro jogo aqui. Algumas coisas são assim, temos que passar por cima, superar e conquistar”, pontua o treinador.

Ele cita atletas como Magal e Bruno Silva como exemplo do espírito que viu – e quer ver sempre – na Macaca. “Nós começamos no campeonato com um pouco de dificuldade em alguns sentidos, perdemos o Neilson antes da estreia, o Bruno Silva no aquecimento do primeiro jogo, neste de ontem tivemos o Bob fora. A gente está correndo risco, então tivemos que atropelar algumas coisas por necessidade, o Magal, por exemplo, treinou uma semana e não está no seu ideal, jogou no sacrifício, mas foi bem. Assim como o Bruno, que estava sentindo ainda um pouco de dor, não tinha 100% e veio e se entregou, a todo momento jogou como  queríamos. O Bruno deu estabilidade e confiança no setor dele, jogou pela equipe mesmo no sacrifício, este é o espírito que temos que ter na Ponte Preta.”

Para Sidney, a vitória deve ser creditada aos atletas. “Pelo que eles fizeram, por entender nossa filosofia de trabalho”, diz. O treinador também comenta o gol do jovem Ademir, que garantiu à Macaca a primeira vitória do ano de 2014. “Temos sempre que somar, aproveitar o que a Ponte tem, quem tem qualidade vamos usar. Acompanhamos o Ademir, o Marcão (Marcus Vinicius, gerente de futebol), já tinha feito referencias a ele, é novo mas tem velocidade. Claro, precisamos acompanhar, mas ele ajudou na nossa necessidade de ontem. A gente está aqui pra isso, pra aproveitar o que tem de melhor. Necessitávamos de velocidade, precisávamos disso, foi proveitoso pra nós e pra ele, que teve a oportunidade e soube aproveitar.”

Sobre os esquemas táticos que desenvolve em campo, Sidney é claro. “Dependem de um conjunto de coisas, de tudo um pouco, tanto nosso pouco tempo para trabalhar quanto necessidades. O clube mudou completamente do ano passado para esse e temos que jogar em 15 dias contra equipes já prontas, juntas e treinando, fazendo jogos e com ritmo há muito mais tempo. Então nossa primeira preocupação é defesa, porque senão tomamos goleada. Gosto de de time competitivo e que sai na velocidade, mas analiso muito adversário e as equipes são pensadas de acordo com o que eu penso, as peças que disponho e o que eu vejo no adversário”, explica.

Por isso, acrescenta o técnico, ninguém deve se surpreender com mudanças de tática de partida para partida. “De jogo pra jogo vamos mudando e vamos usar os jogadores de acordo com o que a gente vê. No futebol moderno não cabe mais jogador que faz só uma função. Tem que ter atletas que de acordo com jogo pode-se colocar em outras funções e às vezes não precisa substituir este ou aquele pra que isso aconteça. Então aos poucos vamos caminhando pra isso. Agora vamos continuar dando ritmo aos jogadores que temos e depois, com as peças que vão chegar, vamos fazer um time com velocidade. Do jogo contra o Botafogo pro de ontem já mudou muito, inclusive com entrada do Magal e do Silvinho, onde tivemos velocidade e pudemos envolver o adversário. Vamos continuar evoluindo”, finaliza. 

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