Titular no último jogo da Ponte, atacante Rossi leva brincadeiras por ter se deitado atrás da barreira com bom humor: me chamaram de minhoca e jacaré, mas fiz pelo time e faria de novo

Foto:PontePress

Na última partida diante do Paraná, o atacante Rossi começou pela primeira vez como titular, sob o comando do técnico Dado Cavalcanti. Notabilizado por mostrar garra dentro de campo, o atleta também ganhou destaque por conta de um lance curioso: ele se deitou atrás da barreira formada pelo goleiro Roberto, para tentar impedir que um gol do time paranaense saísse em caso de um chute rasteiro. Rossi achou a situação “diferente”, mas conta que não hesitaria em estar lá de novo contribuindo com a defesa.

“Ainda não tinha passado por aquilo. Foi uma ordem do professor Dado e eu não poderia dizer não. Foi estranho, nunca tinha visto e acabou que o Lúcio Flávio é um ótimo cobrador de falta e fez o gol por cima. Mas no final deu tudo certo. Fomos competentes nas cobranças de pênalti e o Roberto debaixo das traves também. Se precisar de mim de novo para ficar ali estarei lá com certeza para ajudar”, afirma o atacante, que explica o porquê dele ter sido o escolhido a fica deitado.

“Eu era o único jogador que ficava lá na frente. Então se tirassem da barreira ou da grande área, ficariam faltando atletas nas suas funções. Como eu era o único sem função no momento, acabei voltando para ajudar”, diz Rossi que, com bom humor, revela estar sendo vítima de piadas. “Já fui muito zoado. Me chamaram de minhoca, de jacaré, de tudo quanto é jeito. Mas eu levo na brincadeira e é tudo para ajudar a Ponte.”

Sobre a classificação, Rossi acredita que a conquista da vaga será muito importante para o andamento da temporada. “Foi fundamental. Estávamos precisando de uma classificação assim, para o ânimo ficar bem melhor. O grupo fortaleceu com essa classificação. Agora é focar no Brasileiro, pois já temos um jogo no sábado contra o ABC e precisamos voltar a vencer”, ressalta o atleta, que espera fazer mais um bom jogo no próximo sábado.

“Vínhamos fazendo bons segundos-tempos,  ao contrário dos primeiros, que não estavam indo bem. A pegada do primeiro tempo foi fundamental para abrirmos o placar e consequentemente ter dado a classificação. Agora é ter tranquilidade, trabalhar estes próximos dias para fazer um bom jogo sábado. Sabemos das dificuldades que vamos enfrentar, mas esperamos estar em uma boa tarde”, confia.

Rossi reforça o quanto a experiência do goleiro Roberto foi importante para a classificação na Copa do Brasil e o que passou em sua cabeça na hora de bater a penalidade. “O Roberto é um jogador experiente. Nosso líder, nosso capitão e sabíamos que ele ia pegar um pênalti. E ele passou isso para nós nas cobranças. Nós estávamos reunidos e ele falou: ‘vão com tranquilidade, porque um eu pego’. Então estávamos focados nas cobranças. A caminhada ali é muito difícil. Só fiquei tranquilo depois que peguei a bola, arrumei e fiz o gol. E tenho que exaltar a competência de todos que bateram. Treinamos bem e conseguimos aplicar no jogo”, completa.

 

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