Feliz e motivado com os gols e boa fase, Roger acredita em um grande jogo contra o Palmeiras e sonha com objetivos maiores dentro do campeonato

Foto:PontePress/FábioLeoni

O sorriso estampado no rosto de Roger é reflexo da boa fase em campo. Além do bom futebol apresentado em campo com a camisa da Macaca, os gols deixam o atacante ainda mais cheio de confiança em fazer um grande segundo turno junto com toda a equipe.  “Estou muito feliz com essa boa fase. Vinha buscando jogar melhor para ajudar. A equipe vencendo é o que interessa, mas quando sai o gol a alegria é ainda maior”, diz.

O atacante ressalta, porém, que não se deixa iludir. “Todos nós estamos com os pés no chão. Primeiro temos que alcançar os 45 pontos para garantir a permanência e depois disso sonhar com algo maior. Estamos em um processo de identidade e crescimento, no caminho certo e fazendo grandes jogos. Pés sempre no chão”, enfatiza. 

Roger fala ainda sobre a “concorrência” no ataque com o amigo Wellington. “O Wellington entrou muito bem na última partida, está buscando o espaço dele também. Quem entra tem que jogar bem, pois a concorrência é muito grande, e ele é meu parceiro: somos concorrentes da vaga, mas somos amigos, disputamos ali dentro. Temos um bom elenco e quem entra mantém o nível da equipe. O Wellington tem buscado, tem treinado, e na hora do gol agradeci muito a ele pelo passe e cantamos parabéns para a filha dele. Foi especial”, afirma. 

O artilheiro da Macaca acredita muito em uma boa partida contra o líder do campeonato. “Não tenho dúvida que vamos fazer um bom jogo lá. É uma marca da Ponte jogar bem lá. A confiança está lá em cima, tivemos tempo para treinar. O torcedor pode ficar confiante porque domingo vamos fazer um grande jogo e, quem sabe, vencer o Palmeiras e sonhar com Libertadores. Vencer o líder do campeonato é muito importante”, diz.  

Fase e história

O atacante Roger conta que estava certo de que a boa fase chegaria. “Eu sabia que uma hora as coisas iam se encaixar. Sempre busco força em Deus, não tem outro jeito. Tem que acreditar e ter fé. Sou muito persistente. Estava treinando, buscando. Deus não deve nada pra ninguém e uma hora a benção chega. Estou muito feliz pela fase, pelo gol, por jogar bem”, diz. 

Ele ressalta a história que tem dentro da Ponte Preta. “Jogar aqui é especial, é a minha casa. A Ponte é parte da minha história, da minha família. Eu chamo cada funcionário pelo nome. São 20 anos aqui dentro”, relembra, com emoção, acrescentando acreditar que essa bela história ainda irá continuar.

“Me viram chegar aqui com oito, nove anos. Eu chego em casa e meu pai e meus irmãos cobram muito, está todo mundo alegre com a minha fase. Tenho certeza que vamos fazer um grande segundo turno e quero buscar 50 gols com essa camisa. Seria uma marca muito linda. 50, 55 gols quem sabe? Seria mais que especial para um grande ano.”

Notícias Recentes

REDES SOCIAIS