Ponte treina na manhã desta sexta-feira (27); Rodinei comemora “assistência” para gol de Wellington e analisa cobrança de treinador sobre seu futebol

 

Crédito obrigatório para reprodução da imagem: PontePress/GuilhermeDorigatti

 

A Ponte Preta realiza seu último treinamento na manhã desta sexta-feira (27), no Moisés Lucarelli, antes de enfrentar o Red Bull neste sábado (28). E na última partida em casa, quem voltou a ganhar destaque foi o lateral-direito Rodinei. O atleta foi quem chutou a bola que explodiu no travessão e sobrou no rebote para Wellington marcar o segundo da equipe contra o São Bernardo. Para o jogador, já valeu como assistência.

“Foi o sexto do jogo e eu estava tentando dar uma assistência e fazer alguma coisa. Na hora que chutei a bola no travessão, e o Wellington fez o gol no rebote, já fui correndo falar para ele: “50% a 50% hein. Assistência minha”. Tudo bem, parece que não é uma assistência uma bola no travessão, mas já contei como uma no campeonato”, afirma Rodinei, que comenta sobre o trabalho do comandante Guto Ferreira.

“O Guto cobra, mas sabemos que é para o nosso bem. A cada treino vem cobrando para acertar os cruzamentos, porque o que nós fazemos nos treinos, chega no jogo”, diz o jogador.

E por falar em cobrança, é sabido que a torcida da Ponte é exigente e sempre espera o máximo de seus atletas. Ao lado do alambrado a pressão é ainda mais forte. Mas Rodinei diz que gosta de jogar perto dessa pressão. “Ao mesmo tempo que a torcida pode estar te vaiando lá, e tem jogadores que sentem muito isso, eu desde que vou jogar ali no lado da torcida, considero uma motivação maior. Na hora que pego na bola os torcedores falam “Vai Rodinei! Vai Rodinei”, e já fico mais empolgado. É bem melhor jogar ao lado da massa. Traz mais motivação ao jogador”, revela o lateral, que não quer apenas dar assistências.

“Já queria fazer uns três ou quatro gols no Paulista. Mas está complicado. Estou marcando demais. Mas é bom que está ajudando muito o time e conforme for passando os jogos, eu vou me soltar mais igual no ano passado”, acredita o atleta.

Já sobre o entrosamento com os atacantes, o atleta explica que tem buscando se adaptar às mudanças que o setor vem sofrendo.“O primeiro jogo eu joguei com o Thomás. Depois foi o Roni e o Biro Biro que caiam ali pelas pontas e tinha o Rildo também, que esta machucado. Na minha posição de lateral eu tenho que adaptar rápido a qualquer atacante que esteja ali. O Cafú era um cara mais rápido, assim como o Biro Biro. Já o Roni cadencia mais e eu tenho que me adequar e fazer minha parte para ajudar a Ponte Preta”, explica Rodinei.

Pressão na entrevista e bom ambiente.

Durante a última entrevista, atletas do grupo foram conferir o desempenho de Rodinei aos microfones. O atleta diz que não cai na pressão do grupo e destaca o bom ambiente entre todos. “Os caras não podem ver eu dando entrevista, que já vem para tirar sarro e brincar. Mas isso mostra que o clima está bom e é a Ponte Preta que tem a ganhar com isso. Desde o ano passado a gente brinca com a rapaziada. Para você ver: o Cajá é um dos mais quietos do grupo e veio aqui zoar comigo. Mas é um ambiente maravilhoso. Só o futebol proporciona isso”, completa.

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