Macaca fez na manhã deste sábado (16) último treino antes de receber o São Paulo e Rodinei mostra confiança em mais um grande jogo da equipe

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PontePress/FábioLeoni

O elenco da Ponte Preta fez na manhã deste sábado (16) seu último treino antes de enfrentar o São Paulo, no domingo (17), em partida que será realizada com os portões fechados no Moisés Lucarelli. Apesar da dificuldade em jogar contra um rival de porte e que vem em busca de reabilitação após ter sido eliminado na Copa Libertadores, o lateral-direito Rodinei esbanja confiança em fazer um grande jogo.

“Com certeza será difícil. Contra o São Paulo já jogamos no Campeonato Paulista e eles vieram com time misto, sabemos da dificuldade da partida, mas hoje estamos muito mais preparados. O professor Guto Ferreira está passando as instruções ideais para esse duelo de domingo. Temos que aplicar o que ele passou e fazer uma bela partida”, afirma o jogador, que não acredita em um São Paulo fragilizado por conta da recente eliminação na competição internacional.

“Todos os jogos do Brasileiro são difíceis. Independentemente de o São Paulo ter sido eliminado ou não em outra competição, eles virão querendo ganhar da nossa equipe. Estamos cientes isso, por isso temos que estar concentrados e buscar a vitória. Dentro de casa temos que mandar”, diz o atleta, que ressalta a força do time alvinegro.

“Nós não somos intrusos entre os primeiros, como costumam dizer quando nosso time mostra sua força. Mostramos no Paulista que temos essa força. Agora vamos mostrar cada vez mais que viemos para fazer um grande Campeonato Brasileiro e não ser aquele time que muitos falam que vai brigar para não cair. Vamos em busca de fazer uma grande competição”, enfatiza.

Já quando o assunto é torcida – no caso dessa rodada, a falta dela – Rodinei diz que será inédito para ele atuar sem a Nação Alvinegra.  “Nunca joguei sem torcida. Sou jogador que é muito embalado pela torcida, ainda que estão ali na lateral. Agora não vai ter aquela torcida gritando, mas é bom que vai dar para escutar o professor também. Não vai dar para dar aquele velho ‘migué’  que não está escutando”, brinca Rodinei, que acredita que a parte motivacional que vem das arquibancadas será compensada na voz de um velho conhecido.

“A motivação será do professor. Quando jogamos em arenas lotadas a voz do Guto quase não escutamos direito. Agora que eu estou ali do lado dele não vai ter como disfarçar. A hora que ele falar comigo já saberei o que ele quer e vamos em busca de uma grande vitória”, completa.

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