Macaca treina nesta tarde e goleiro Roberto, destaque da equipe no segundo semestre de 2013, conta que o novo treinador pede o mesmo que o torcedor quer ver em campo: vontade, garra e honra à camisa

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O elenco pontepretano treina na tarde desta quarta (8) no Majestoso e o goleiro Roberto, que ganhou coração dos torcedores no segundo semestre, acredita que a Ponte Preta deverá fazer uma grande temporada sob o comando do técnico Sidney Moraes. Segundo o atleta, se a equipe absorver o que o treinador e a comissão técnica têm pedido, poderá chegar longe nas competições que disputar.

“O Sidney está pedindo o que o torcedor da Ponte Preta também quer: vontade, coração, pegada, doação e honrar a camisa. Eu procuro bater nesta mesma tecla, pedir isso também. Claro que ainda nos faltam algumas peças, alguns jogadores, pois estamos criando uma cara nova de time, mas temos que ter consciência que temos que abraçar a comissão e o novo elenco o mais rápido possível”, diz Roberto.

O camisa 1 completa: “O tempo curto e temos que buscar um formato de time o mais rápido possível. Pelo o que foi apresentando nos treinos, na questão de vontade e determinação, e eu sei que no início da pré-temporada é difícil, está sendo muito boa e espero que os resultados cheguem.”

Como capitão das equipe, cargo que ocupou até o fim do ano passado, Roberto já cobra empenho dos novos reforços. “O que importa é que quem chegar saiba onde está pisando, honre a camisa que está usando, que é o principal, e depois, compreenda o treinador. A meu ver, se nós comprarmos a ideia dele, as coisas tendem a dar muito certo. Agora vai também da hora do ‘vamos ver’, da prática, mas espero que isso aconteça”, completa.

Feliz de estar na Ponte

Após ter sido reserva de Edson Bastos em grande parte da temporada 2012 e 2013, Roberto Volpatto conquistou espaço na equipe principal e se tornou peça chave na campanha que culminou com o vice-campeonato da Copa Sul-Americana. Apesar dos resultados esperados não terem chegado, o atleta considera que foi um grande ano em sua carreira.

“Muitos diziam que eu estava acabado para o futebol. Mas eu já dei entrevistas várias vezes dizendo que eu sempre lutei, sempre acreditei em mim, nos meus objetivos e por isso nunca deixei de trabalhar. Sou fiel àquela frase de que nada resiste ao trabalho. Me calcei nela e fui, a vida toda fui buscando. Em minha carreira eu deixei goleiros com muito mais qualidade para trás, pois muitas vezes eles não tinham a minha vontade de trabalhar”, diz.

Roberto fala sobre a satisfação de vestir a camisa alvinegra. “As coisas no momento certo aconteceram na Ponte Preta. Ano passado para mim foi muito bom. Um dos melhores da minha carreira em termos de defesa, de jogos, infelizmente faltou o título da Sul-Americana e o aconteceu o rebaixamento no Brasileiro. Se nós tivéssemos conseguido ficar na primeira divisão e o título sulamericano, teria sido o ano perfeito da minha vida. Mas não posso negar que foi um ano muito bom”, afirma.

Apesar da queda, o camisa 1 diz que abraçou o projeto da Macaca e acertou sua renovação por mais um ano com o clube, onde diz que se sente muito bem. “Fiquei na Ponte Preta por causa disso. Dessa confiança que o torcedor tem, desse patamar que alcancei aqui.  A Ponte fez um esforço para me manter, a diretoria chegou em um valor que foi acordado e foi bom. Me sinto bem aqui hoje e por isso fiquei e espero que consigamos trazer alegrias ao torcedor”, finaliza Roberto.

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