Zagueiro Renato Chaves não se importa com concorrência no setor e diz que chance na Ponte é oportunidade única na carreira

 

Crédito obrigatório para reprodução da imagem: PontePress/Guilherme Dorigatti

 

A Ponte segue sua preparação visando o Campeonato Paulista e, além do ritmo forte de treinos, continua apresentando os jogadores recém-chegados. Desta vez quem vestiu o manto alvinegro foi o zagueiro Renato Chaves, que atuou no último Campeonato Brasileiro da Série B pelo Náutico. O atleta comemora a chance de atuar pela Ponte nessa temporada.

“É uma oportunidade única vestir a camisa da Ponte Preta, pela grandeza que tem o clube. Espero mostrar um bom futebol para os torcedores e ajudar bastante a equipe nesse Paulistão. Que tenhamos todos um bom começo de ano e também no Brasileiro”, afirma o jogador, que não tem medo da concorrência na sua posição.

 Além de Renato, a Ponte conta com Raphael Silva, Diego Ivo e Pablo. “Concorrência temos em todos lugares em que nós vamos. Se não tiver concorrência eu acho que o time não anda. Tem jogadores de alto nível em todas as posições. Já tive oportunidade de jogar contra todos que foram contratados. São bons jogadores e serão importantes nessa temporada”, diz o defensor.

Renato ressalta quais são suas principais características e, diferentemente do perfil dos outros atletas do setor, mostra ser um zagueiro que aposta mais na técnica do que a força física. “Sou um jogador bem calmo, técnico e rápido. Procuro sempre estar bem posicionado ali na defesa para que nada possa acontecer de errado. Procuro sempre estar bem atento para que o ataque adversário não surpreenda com bolas enfiadas e jogadas do tipo”, diz o atleta, que atua pelos dois lados do campo.

“Em todos os clubes que joguei sempre atuei tanto na esquerda quanto na direita. Aqui também não vai ter problema quanto a isso. Se optar jogar pela esquerda ou pela direita eu jogo. Não tenho preferência por nenhum lugar”, reforça o zagueiro, que avaliou a próxima competição que a Ponte disputa, o Paulistão, onde já foi campeão com o Corinthians em 2009.

“O Campeonato Paulista é muito difícil. Tive duas oportunidades de disputar. Em uma eu fui campeão com o Corinthians e na outra eu cai com a Portuguesa. Falo que é complicado, de tiro curto e tem que estar ligado. Chegar no mata-mata é difícil e disputar depois também não é fácil. Tem que estar sempre ligado”, explica Renato.

Ele afirma saber que pode contar com o apoio da Nação Pontepretana. “A torcida ajuda muito, ainda mais aqui. Joguei várias vezes contra a Ponte e vi a força da torcida fazendo a diferença”, completa.

Notícias Recentes

REDES SOCIAIS