Reforço para a zaga, Antônio Carlos veste camisa da Macaca, mostra respeito aos companheiros, mas diz que vai buscar chance entre os titulares

 

Foto: PontePress/RodrigoCeregatti

A Ponte segue se reforçando para a temporada e além de Thiago Galhardo, outro que foi apresentado nesta sexta-feira (20) foi o zagueiro Antônio Carlos. O atleta sabe que a concorrência na posição é alta, mas diz que vai brigar por oportunidades entre os titulares.

 

“O pensamento de todo jogador é atuar. Mas não passo por cima dos meus companheiros. Até porque nós temos grandes atletas na minha posição. Vai ser uma disputa muito grande, mas com certeza eu vou brigar pelo meu espaço. É isso que estou buscando no futebol, até porque sou novo e vou pegar experiência com eles também, para que essa briga seja boa”, afirma o zagueiro, que conta sobre sua experiência no futebol.

 

“No ano retrasado consegui um acesso da Série B para a A com o Avaí. Foi o meu melhor momento e no ano passado infelizmente descemos. Mas acredito que tenha ido muito bem na Série B e principalmente reta final da Série A. Comecei no Fluminense, onde joguei seis anos. Fui mandando embora no infantil porque não cresci. Agora tenho 1m92. Fui para o Audax do Rio de Janeiro e fui bem lá. Fiz um jogo pelo profissional com 16 anos, em uma Copa Rio. Aí chamaram pra eu jogar a Copa São Paulo pelo Audax daqui. Chegamos até as quartas-de-final, mas perdemos para o Flamengo”, recorda Antônio Carlos que acrescenta.

 

“Fui considerado um dos melhores zagueiros da Copa BH atuando pelo Corinthians, onde também disputei a Copa São Paulo e fui muito bem. Fiz dois gols na final e graças a Deus a carreira subiu. Joguei alguns jogos pelo profissional do Corinthians. Perdemos aqui para Ponte por 2 a 0, contra o Fluminense no Pacaembu e contra o Grêmio no Olímpico. Depois tive uma lesão tive que fazer uma artroscopia no joelho direito. Acabei ficando um tempo parado e quando voltei a jogar já foi pelo Avaí. Aí a carreira voltou a andar mais”, destaca.

 

O defensor se diz em condições de ajudar a Ponte. “Vinha treinando no Flamengo constantemente. Estou bem e é só esperar o professor Eduardo decidir. Mas tenho certeza que ele vai dar chance à todos da melhor maneira possível”, completa.

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