Em busca de mais espaço na equipe titular, meia Ravanelli diz que trabalho com Eduardo Baptista é muito positivo e ressalta confiança em atletas da base

 

Foto: PontePress/RodrigoCeregatti

A Ponte segue sua preparação para a penúltima partida de 2016, que acontece nesse sábado (20), contra o Botafogo, no Rio de Janeiro. E nessa reta final de Campeonato Brasileiro, o meia Ravanelli, que teve altos e baixos ao longo de 2016, voltou a ganhar espaço com o técnico Eduardo Baptista e trabalha firme em busca de mais oportunidades.

 

“Minha relação com o Eduardo Baptista é muito boa. Ele conversa comigo, me dá conselhos para jogar e passa confiança. Eu comecei como titular no campeonato, caí um pouco de rendimento, só que ele me deu força a todo o momento para eu continuar e evoluir mais”, revela o meia, que recorda o seu trabalho nessa temporada.

 

“Eu acredito que está sendo um ano muito bom. Comecei de titular no Paulista, com o professor Gallo. Comecei bem e com os treinos evolui cada vez mais. Consegui pegar seleção brasileira, onde disputei e fui campeão em um campeonato no Chile. Só tenho a agradecer a Deus este ano na minha vida”, destaca o jogador, que melhorou fisicamente e tecnicamente com o trabalho no profissional.

 

Sobre as chances que o técnico Eduardo Baptista dá aos jovens que vem da base, Ravanelli mostra gratidão. “O Eduardo chegou, colocou os meninos da base para jogar, deu confiança e tento eu, com o Matheus Jesus estamos evoluindo. É continuar assim para que ele nos coloque ano que vem também no Paulista e Brasileiro”, diz o meia, que ressalta.

 

“A nova geração que veio da base da Ponte é muito boa. Tem eu, Matheus Jesus, Jeferson, Ivan e o Léo Cereja. Estão dando oportunidades para nós. O Eduardo Baptista sempre chama o pessoal da base para os treinos e isso é muito importante”, avalia o atleta, que é recebeu o nome me homenagem a um dos maiores artilheiros italianos dos anos 80 e 90.

 

“Meu pai colocou esse nome em mim por causa do Fabrízio Ravanelli, jogador italiano que atuava na Juventus. Já vi vídeos dele. Ele era artilheiro, mais centro-avante. Meu pai gostava bastante dele e assistia muitos jogos dele na Juve”, conta o meia, que como o ídolo de seu pai, defende hoje uma agremiação alvinegra.

 

Sobre o Brasileirão, Ravanelli mantém perspectivas importantes para o clube. “Vamos tentar conseguir os seis pontos que restam nesses últimos dois jogos. E quem sabe assim conseguir uma vaga na Libertadores . Esse ano foi muito bom para mi, mas quero que 2017 seja melhor ainda”, completa.

 

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