Ponte participa de reunião com clubes da série A para debater contrapartidas da MP 671, a Profut

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da foto:PontePress

 

A diretoria da Ponte Preta esteve presente ontem, no Rio de Janeiro, em dois importantes momentos para o futuro do futebol. Pela manhã, os Departamentos Jurídicos de todos os 20 times que integram a série A do Brasileiro se reuniram para debater entre si a medida provisória 671 (Profut), do Governo Federal, que oferece refinanciamento das dívidas dos clubes mediante ao seguimento de normas e contrapartidas exigidas no corpo da própria medida.

Depois, à tarde, os representantes se reuniram com a Confederação Brasileira de Futebol – que convidou os times para debaterem o chamado “programa de modernização da gestão e de responsabilidade fiscal do futebol brasileiro”. “Foi uma reunião muito importante, pois trata-se de um tema relevante para a questão financeira de todos os times. É preciso que todos saibam com clareza o que a medida diz para que se tenha certeza se as contrapartidas são ou viáveis”, diz o vice-presidente alvinegro Giovanni Dimarzio, que esteve no evento ao lado do diretor jurídico Giuliano Guerreiro.

Na realidade, é de opinião unânime entre os 20 clubes da série A que algumas contrapartidas tem de ser melhor discutidas e alinhadas. Entre as que despertam polêmica estão a que obriga as equipes que aderirem ao programa a criarem obrigatoriamente um time de futebol feminino (o que aumentaria sobremaneira as despesas de cada equipe) e a que permite ao governo federal uma ingerência sobre as categorias de Base, permitindo que ele determine investimentos nas categorias de Base dos times.

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