Preparado para a camisa 1, Roberto comemora fato de o jogo não ser nos Aflitos

 

O treinador Paulo César Carpegiani chegou a pouco tempo na Ponte Preta e está aproveitando o período de treinamentos sem jogos para conhecer bem o elenco pontepretano e definir os titulares de sua equipe. Uma das mudanças promovidas pelo comandante alvinegro foi no gol. Roberto ganhou a vaga de titular e garante estar preparado para esta responsabilidade. “Eu trabalhei para a hora que aparecer a oportunidade eu estar pronto e vim batalhando a muito tempo para conseguir essa vaga. Vinha entrando quando o Edson estava fora por suspensão ou lesão e agora a oportunidade apareceu e estou tranquilo porque estou preparado”.
 
A titularidade veio com a chancela do treinador de goleiros André Dias, que conhece muito bem o arqueiro da Macaca. “Roberto está trabalhando muito bem e na minha avaliação hoje deve ser o titular da equipe. É importante pontuar que essa decisão não teve influência da diretoria, foi uma escolha minha baseada no que eu vejo nos treinamentos. Se avaliarmos que o Daniel está melhor é ele quem vai jogar, se for o Edson Bastos a vaga é dele. Ninguém tem lugar garantido”, analisa André Dias.
 
Pronto para o retorno do Campeonato Brasileiro, Roberto destaca a importância da partida diante do Náutico ter sido marcada para a nova Arena Pernambuco. “O jogo não sendo no estádio dos Aflitos já muda muita coisa. Era muito complicado jogar lá e com o gramado pesado. No ano passado eles tiveram predomínio sobre a maioria das equipes que jogaram lá justamente por essa dificuldade de adaptação ao gramado. Embora continue na casa deles, podemos conseguir impor melhor nosso ritmo pela melhor qualidade do campo”.
 
Roberto também faz questão de ressaltar a diferença entre seu estilo brincalhão fora de campo com a postura que adota dentro das quatro linhas. “O Roberto dentro e fora de campo é bem diferente. A brincadeira que eu faço durante a semana é para descontração, porque no jogo são 90 minutos de muita tensão e não adianta ficar estressado a semana toda. Na hora de trabalhar eu não gosto de brincadeiras e sempre levanto de manhã para trabalhar sério. O goleiro tem uma pressão psicológica muito grande, então não tem porque viver tenso durante a semana se no jogo já será assim”.

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