Como parte da preparação para temporada de 2017, elenco da Ponte é submetido a testes físicos

 

Fotos: PontePress/RodrigoCeregatti

 

O grupo de jogadores da Ponte Preta tem realizado testes físicos nesse início de pré-temporada, antes de iniciar os trabalhos técnicos e táticos. O protocolo, exigido e aplicado pelo Instituto de Medicina e Avaliação da Performance (IMAP), tem dado resultados comprovados ano após ano. “Somos um dos times que menos tem lesões durante todo o Campeonato Brasileiro e nossa expectativa é repetir neste ano. Isso começa justamente nas avaliações pré-participação que estamos realizando neste início de semana”, diz Roberto Nishimura, chefe do Departamento Médico da Ponte Preta.

 

No total, os atletas da Macaca são submetidos a seis testes. O primeiro deles é o KT1000, que avalia o grau de tensão dos ligamentos LCA e LCP. O segundo teste é o FMS, que estuda o padrão de movimento dos jogadores.

O terceiro teste foi o isocinético, que avalia o equilíbrio muscular, força e potência dos membros inferiores, mais especificamente dos joelhos. A quarta avaliação é o ecocardiograma, que faz uma análise de imagens da anatomia do coração. O quinto é um teste ergométrico e por fim o teste de propriocepção. Além disso  foram observados a sequência das avaliações antropométricas (percentuais de gordura, índice de massa magra e massa gorda).

E esse período de trabalho ainda não acabou. Na próxima semana serão realizados os testes de força motora e desempenho anaeróbios. Roberto Nishimura reforça que todas essas avaliações são fundamentais neste momento que antecede às campanhas do time.  “Primeiro porque a saúde vem em primeiro lugar, e estes exames possibilitam detectar quaisquer riscos existentes já neste início, e segundo para estabelecer os parâmetros das condições físicas atuais para determinar a programação de treinamentos. É importante ressaltar que fazemos a avaliação e seguimento individual de cada atleta para dar máximo de rendimento a ele com um mínimo ou nenhuma lesão. Saber isso tudo agora é o que nos possibilita prevenir e minimizar índices de lesão. Essas avaliações de parâmetros físicos são repetidas ao longo da temporada”, pontua.

Um dos fatores que destacam nesse início de preparação, é que todos os departamentos são interligados na elaboração dos exames. Desta forma, toda comissão técnica tem um leque de informações sobre cada atleta e o que eles necessitam – desde carga de treinos, intervenções para prevenir lesões e outras situações para que o jogador esteja à disposição para atuar na maior parte do tempo.

Fazem parte da equipe de profissionais que elaboram e aplicam os trabalhos nos atletas, além da equipe médica coordenada pelo Dr. Roberto Nishimura, os médicos cardiologistas Giorgina Crespi e Fernando Cardoso, os fisioterapeutas Ricardo Sandoval, Rodrigo Iralah e Eduardo Bassi e o fisiologista Norberto Toledo.

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