Ponte viaja nessa sexta (24) para Salvador/BA, onde enfrenta o Vitória no domingo (26) e Felipe Azevedo mostra confiança no trabalho da equipe, para volta por cima no Brasileiro

 

Foto: PontePress/FábioLeoni

A equipe da Ponte Preta segue rumo a Salvador/BA na tarde desta sexta-feira (24), onde irá enfrentar no domingo (26), a equipe do Vitória, às 16 horas. Após o treinamento realizado em Campinas, antes da viagem, o grupo fará mais uma atividade, já em solo baiano nesse sábado (25). Para o meia Felipe Azevedo a última derrota serve como lição, mas o atleta confia na retomada do bom futebol da Macaca.

 

“Ficamos chateados e querendo que o jogo voltasse, para fazermos algo diferente. Não faltou entrega da equipe. Foi uma partida atípica, em que falhas aconteceram e que resultaram nos gols. No segundo tempo nos atiramos, tentando de qualquer forma reverter e acabamos tomando dois gols de pênaltis. Estamos com uma ferida grade e aberta pelo o que aconteceu, mas tenho certeza que vamos dar a resposta dentro do Brasileiro e reverter isso”, afirma o jogador, que reforça que a Ponte vai em busca da vitória fora de casa.

 

“No Campeonato Brasileiro não existe adversário que não seja complicado. Contra o América Mineiro vínhamos de uma derrota dentro de casa e conseguimos uma vitória fora, além de um bom jogo contra o Grêmio depois. É o mesmo espírito. Buscar pontos fora de casa nestes dois jogos e depois com as partidas em Campinas alçar algo a mais no campeonato”, acredita o atleta, que acrescenta.

 

“Ninguém está tranquilo no Brasileiro. Estamos em 10º lugar, há quatro pontos do G4 e uma vitória no domingo traz tranquilidade novamente. É trabalhar, tirar o que foi ruim desse jogo, pegar o que foi bom, para pontuar nas próximas partidas”, diz.

 

Felipe não teme a pressão por bons resultados e foca em pontuar. “Nós sabemos que trabalhar com pressão é algo normal no futebol. O Campeonato é muito longo é há oscilação. Vamos para Salvador querendo fazer um bom jogo, como fizemos contra o América. Saímos em uma situação difícil, mas voltamos bem. É ter tranquilidade, sabendo que podemos fazer uma seqüência boa e respirar tranquilo”, completa.

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