Ponte vence ação de mais de meio milhão movida por Dawhan

O Departamento Jurídico da Ponte Preta teve uma vitória importante nesta última semana. Acatando defesa apresentada pela advogada pontepretana Talita Garcez, a juíza Paula Araújo Oliveira Levy deu por extinta a ação movida pelo volante Dawhan (que defendeu a Ponte entre 2020 e 2021). O jogador queria receber R$ 507.304,03 – supostamente a título de  verbas rescisórias, FGTS não recolhido e salário e direito de imagem atrasados.

A ação fi impetrada na Justiça do Trabalho e a defesa da Ponte Preta apontou a existência de cláusula compromissória de arbitragem em ambos os contratos, tanto o contrato de trabalho quanto o de cessão de imagem, junto à Câmara Nacional de Resolução de Disputas – CNRD da CBF, como órgão institucional e especializado para a solução dos conflitos. Desta forma, a ação foi extinta.

A juíza também deferiu o pedido de justiça gratuita para a Ponte e condenou Dawhan a pagar honorários aos advogados da Ponte no valor de 5% sobre o valor da causa.

Bloqueios

Apesar de ter vencido a ação movida por Dawhan, infelizmente a Ponte Preta tem convivido com uma série de problemas gerados por ações mais antigas, em especial referentes à falta de pagamentos e dívidas contraídas no ano de 2017. Por essa razão, a instituição tem convivido com constantes bloqueios de contas, o que dificulta o dia a dia do clube.

Contudo, a gestão Marco Eberlin tem feito um esforço constante para manter em dia as contas. Tanto que na última sexta-feira (27) efetuou o pagamento para os jogadores, cumprindo a promessa de sempre manter os vencimentos atualizados.  Existe apenas uma pequena pendência em relação ao direito de imagem que engloba seis jogadores, contudo a diretoria está atuando para zerar também estes débitos o mais rápido possível.

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