Ponte treina na manhã desta quinta-feira (6) e Rhayner, recuperado de contusão, não vê a hora de voltar aos jogos para ajudar a Macaca

 

Foto: PontePress/FábioLeoni

 

O elenco da Ponte Preta treina na manhã desta quinta-feira (6) e Rhayner, que estava em tratamento por conta de contusão no joelho, está de volta ao trabalhos com o grupo. O atleta não esconde a satisfação com a volta às atividades. “Vinha de um momento bom e fiquei chateado pela lesão, mas, como havia dito em entrevistas passadas, o grupo é bom e independente de quem saia sempre terá boas opções para substituir. Fico feliz de estar voltando e agora estou à disposição do treinador. Vou tentar recuperar meu espaço, a boa forma e o bom futebol que eu vinha vivendo”, afirma o meia, que após sua saída viu o time sofrer alguns revezes.

 

“Para nós que estamos de fora o sofrimento é ainda maior, pois sabemos que poderíamos estar ali ajudando, mas infelizmente a lesão atrapalhou. A oscilação que temos todo time no Brasileiro passa, mas sabemos do nosso intuito, da nossa qualidade e que temos potencial para reverter isso já na próxima partida”, acredita o jogador.

 

Rhayner revela que até pensou em medidas extremas para atuar em algumas partidas.  “Comentei no vestiário que queria estar jogando, se pudesse aplicaria uma injeção ou algum tipo de procedimento que pudesse ser feito para eu jogar eu toparia. Mas infelizmente não tinha condições. Contra o Grêmio eu joguei com o tornozelo ruim e acabei machucando o joelho. Coisas que são inexplicáveis, mas servem de aprendizado. Mas esse momento passou e estou de cabeça erguida, pronto para ajudar novamente”, destaca o atleta, que reforça.

 

“Eu brinco com o Caio Gilli (preparador físico), que não gosto nem de olhar para a cara dele. Ele é o responsável pela transição. Quando estava recebendo alta do Departamento Médico eu falei para ele que queria o ver no máximo dois dias na minha frente. Quero jogar o mais rápido possível. Não estou sentindo dor e apesar da parte física ainda pesar um pouco, me sinto bem. É só pegar um pouco mais de ritmo de treino para estar pronto para jogar”, avalia o atleta.

 

Já quando o assunto é a briga na parte de cima da tabela do Brasileirão, Rhayner vê a disputa bem competitiva com as equipes que estão próximos da Macaca na competição. “São times que brigaremos direto por essa vaga. Sabemos do nosso potencial, que vai ser difícil e que teremos que batalhar bastante para chegar lá. É encarar jogo a jogo como uma final. Sabemos da receita par chegar nesse G6 e vamos tentar ao máximo para fazer isso”, enfatiza o jogador, que vê o time maduro para superar as adversidades.

 

“Nosso time mostrou superação em um momento difícil que vivemos, quando perdemos em casa para o Cruzeiro e logo em seguida fizemos uma seqüência boa de jogos. Mostrou que a equipe pode dar a volta por cima em fases difíceis. O momento não é bom, mas podemos reverter isso, como já fizemos nesse campeonato”, recorda.

 

Além da superação destacada por Rhayner, o meia classifica o companheirismo do elenco como fator importante. “Em termos de união esse é um dos grupos melhores que já passei. Até porque todos se dão bem, brigam por posição sem cara feia de um para o outro, sem discussão em treino. Isso mantém quem joga em alto nível, pois sabe que qualquer baixa de rendimento tem outro para substituir. Isso fortalece ainda mais”, completa.

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