Ponte segue viagem para o Rio nesta quarta e William, artilheiro do Brasil, quer evolução da equipe e entrar para história

Depois de mais um gol marcado na última rodada, o centroavante alvinegro William chegou a 22 gols pela Ponte Preta no ano.  Com isso, o jogador se tornou o artilheiro do Brasil na temporada, ao lado de Careca, que atualmente joga no Paysandu. Apesar dos muitos gols, o camisa 9 – que treina nesta tarde com o elenco e na sequência segue viagem para o Rio, onde enfrentará o Vasco – diz que não são meramente os gols que o movem o  jogador a fazer boas partidas e ajudar o clube.

“Primeiramente agradeço a Deus, por tudo. Mas fazendo gols ou não, fico feliz: não me preocupo com artilharia, mas sim com os resultados. As oportunidades sempre aparecem, pois é da posição do centroavante. Não é diferente comigo. Me preocupo com tabela, próximos jogos e as coisas acontecem naturalmente”, afirma o centroavante da Macaca. 

Ele fala também sobre fazer história com o manto alvinegro. “É o tempo que vai dizer se serei ídolo. Isso acontece através do próprio trabalho e daquilo que a pessoa desempenha. Todo atleta deseja ser um grande ídolo e marcar historia, como o Washington um dia fez. Eu penso nesse retrospecto e em conquistar títulos,  porque a Ponte precisa”, diz William.

O pensamento do artilheiro agora, porém, está no próximo confronto. A equipe enfrenta o Vasco, fora de casa, e o jogador sabe o quanto vai ser complicado esse duelo. “Joguei contra o Vasco varias vezes em São Januário e sempre é difícil. É um caldeirão. A equipe deles está embalada com a volta do Juninho Pernambucano. A derrota deles no último jogo não influencia no que estão fazendo e temos que ter cuidado: o campeonato é assim, sai de um adversário difícil e já vem outro”, afirma.

O artilheiro revela desejar que o time mostre o melhor que pode fazer o quanto antes. “Tem muitas equipes que buscam o ideal no campeonato. Se pegar dentro do Brasil, o Corinthians é bem postado, o Cruzeiro é uma boa equipe, o Coritiba tem um bom conjunto, mas não é fácil esse encaixe. A Ponte precisa disso o mais rápido possível. Tem muita coisa a ser melhorada, mas aos poucos isso vai encaixando e temos tudo para fazer um belo Brasileiro. Só tem que ser rápido, não dá para ficar em formação até o fim do ano”, cobra o jogador .

William reforça  que esse encaixe só virá com muito trabalho. “Nós somos pedreiros da bola, temos que nos dedicar ao máximo. Não temos a qualidade de um Messi. Eu me empenho no que sou de melhor. Se é a finalização minha característica principal, é nisso que tenho que trabalhar mais”, finaliza.

(crédito obrigatório para foto: PontePress/VictorHafner)

Notícias Recentes

REDES SOCIAIS