Ponte Preta enfrenta Palmeiras neste sábado (15) fora de casa, com possibilidade de garantir vaga para a próxima fase do Paulista; Vadão terá desfalques e não crê em jogo fácil contra rival

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PontePress/VictorHafner

A Ponte Preta vai até a capital paulista enfrentar o Palmeiras, neste sábado (15), às 16 horas, no Pacaembu. A partida é válida pela 14ª Rodada do Campeonato Paulista e a equipe campineira pode classificar para as quartas-de-final da competição, mesmo se não vencer o rival deste fim de semana. Para isso, o São Bernardo, que está em terceiro lugar no Grupo C e quatro pontos atrás da Macaca, tem que sair derrotado ou empatar diante do Bragantino.  Para essa partida, o técnico Vadão teve desfalques de última hora. O volante Fernando Bob e o atacante Alemão foram vetados pelo Departamento Médico alvinegro.

“O Fernando Bob se queixou que a panturrilha esquerda estava um pouco endurecida e, por precaução, não vai para o jogo. Nós temos mais uma partida para fazer e dependemos de uma vitória simples, caso o São Bernardo vença os dois jogos. O Departamento Médico entendeu que era melhor o Bob não viajar. O Alemão também não veio, embora tenha feito o último treinamento. Ele está com um desconforto no adutor e nós entendemos que o jogo contra o Mogi Mirim talvez venha a ser decisivo, dependendo de hoje, então é melhor poupar. Já o Bruno Silva se queixou após o penúltimo treino, foi poupado, mas a principio enfrenta o Palmeiras”, explica o técnico Vadão, que considera o time do Palmeiras muito forte.

“O Palmeiras vem de uma fase muito boa. Outro dia jogou com o time reserva e venceu. Não podemos pensar que teremos vida fácil. Estamos indo com desfalques também. Eu vi o Palmeiras jogar nas últimas duas partidas e está em um embalo muito bom e com uma intensidade de jogo muito forte. É uma equipe que sempre será forte”, afirma o treinador.

O jogo também é um reencontro do técnico Vadão com o atual técnico do Palmeiras e ex-técnico da Ponte Preta, Gilson Kleina. Nas última vezes que enfrentou o seu ex-clube, o técnico do adversário deste sábado conseguiu se sair melhor. Mas para Vadão, tabus estão aí para serem quebrados.

“Não temos rivalidade nenhuma com o Gilson Kleina. Nunca tivemos atrito. Existiu um confronto importantíssimo, pela semifinal do Paulista e eu acabei chegando. Fica mais pela história do confronto, que dava uma vaga para a final. E não dou tanta importância ao fato de o Palmeiras ter vencido com o Gilson os jogos que fez contra a Ponte. Cada jogo é um jogo. Tabus estão aí para serem quebrados. O Palmeiras já está classificado e nós é que estamos buscando essa ida para as quartas-de-final”, diz.

Apesar de sempre entrar para ganhar em seus jogos e estar com uma média de pontos muito interessante desde que assumiu a equipe da Ponte Preta (em seu comando foram 7 vitórias e 4 derrotas pelo Paulistão), Vadão diz que o empate – inédito para a equipe desde que ele  assumiu o comando – pode ser um bom resultado para as pretensões alvinegras.

“O empate não deixa de ser um bom resultado, porque aí só dependeremos de um empate contra o Mogi. Como nós temos três vitórias a mais que o São Bernardo, mesmo que eles vençam os dois jogos e nós empatarmos, ainda ficaremos na frente. Então se ocorrer não é ruim, porque jogaremos por dois resultados aqui em Campinas depois: ou a vitória ou o empate contra o Mogi Mirim”, completa o treinador.

O torcedor que não puder ir até o Pacaembu, para ver de perto a Ponte Preta, tem apenas duas opções nas rádios: a Rádio Brasil (AM 1270) ou a web Rádio Macacada Reunida, ou ainda a transmissão ao vivo do Premiere Futebol Clube.  Além da cobertura completa aqui no site após o apito final.

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