Ponte faz último treino antes de pegar o Botafogo e William enfatiza: treinador escala, mas quem tem que fazer dentro de campo somos nós, temos que vencer no sábado

 

O elenco da Ponte Preta está fazendo nesta manhã o último treino antes de enfrentar o Botafogo-RJ, na noite de sábado, sob o comando do técnico interino Zé Sérgio. Com a saída de Guto Ferreira, um novo treinador deve ser definido nos próximos dias e caberá ao técnico dos Juniores comandar a Macaca nesta última partida antes da paralisação causada pela Copa das Confederações. Para o atacante William, porém, a responsabilidade da vitória neste final de semana é dos atletas.
 
“Querendo ou não o grupo tem responsabilidade. Treinador escala, mas quem tem que fazer dentro de campo somos nós. Até porque passamos por uma mudança de treinador agora, mas se os resultados não vierem aí seremos nós que teremos de ser mudados. Então quem tem que assumir a liderança junto com o Zé Sérgio agora é o grupo, temos que pensar como um todo, com várias cabeças”, enfatiza o artilheiro.
 
Ele  destaca que a união entre os jogadores será mais importante do que nunca para o jogo deste sábado. “Temos que nos unir ainda mais, pois contar com a força do grupo neste momento, em especial, é fundamental. É um jogo importante e precisamos dos três pontos em casa. Precisamos ganhar, mas com tranqüilidade e calma, até para não ficarmos na zona de rebaixamento durante a paralisação”,  pontua.
 
E o camisa 9 está certo de que um bom resultado amanhã é perfeitamente possível. “Nosso pensamento é sempre positivo, de ganhar, de fazer três pontos. Não só eu, mas todo jogador tem que querer e se acostumar a vencer. Tenho certeza que as coisas vão melhorar, mas isso só é conquistado com trabalho e dedicação”, afirma.
 
Em relação à troca de treinador em si, William fala sobre a própria experiência nos times em que atuou. “Já passei por várias idas e vindas de treinador, é normal no futebol, não é a primeira nem última. Temos que aprender a lidar com isso, porque muitas vezes significa começar do zero, ter uma nova forma de jogar. Mas se as vitórias não vêm, tem que mudar e a  gente, o time, precisa resgatar os bons resultados no Brasileiro rapidamente e não pode deixar para depois, porque depois a água chega no pescoço e é tarde demais. Claro que fico triste com a saída de um treinador, mas não só pelo profissional que nos deixa, mas também porque a saída de um técnico deixa claro que o trabalho do time precisa melhorar.”

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