Ponte faz último treino antes de enfrentar o Vélez e Fellipe Bastos destaca: vamos buscar vencer e, de preferência, sem sofrer gols

 

Crédito obrigatório para reprodução da imagem: PontePress/Guilherme Dorigatti 

 

A equipe da Ponte Preta realiza na tarde dessa quarta-feira (30) o último treinamento antes de enfrentar o Vélez na quinta pelas Quartas de Final da Copa Total Sul Americana. O meia Fellipe Bastos fala sobre o que espera dessa partida. “Vamos entrar em campo buscando vencer e, de preferência, sem sofrer gols. Nós vimos contra o Pasto a importância de não ter sofrido gols em casa e isso pode fazer a diferença novamente. Vamos jogar em casa, com o apoio da nossa torcida que vai comparecer e tenho certeza que será um grande jogo.”

Com bastante experiência no futebol, Fellipe conta como será enfrentar a famosa catimba argentina. “Eu já joguei contra a seleção argentina em um Sul Americano SUB17 e contra o Lanus pela Libertadores. São jogos catimbados e eles tentam amarrar o jogo fora casa para irritar o adversário. Eles tem esse dom de saber irritar o outro, ainda mais o brasileiro. Vamos para o jogo sabendo o que precisamos fazer. Não podemos cair nas provocações deles, mas também não precisa comer o cuspe deles que nem o Roberto disse na Colômbia”, brinca Fellipe Bastos.

Dividindo a atenção entre o Campeonato Brasileiro e a competição internacional, o meia acredita que isso não atrapalha o rendimento da equipe. “Não atrapalha não, pelo contrário. A classificação diante do Pasto nos deu motivação no jogo contra o Vasco e fomos buscar o empate já tarde e a virada aos 44. É lógico que priorizamos mais o Brasileiro para não cairmos, e vamos tentar ir até onde der na Sul Americana. Sabemos que um título lá depende só de nós e estamos sonhando”, afirma Bastos.

Emprestado à Ponte até o final do ano pelo Vasco, Fellipe Bastos explica a cena em que foi flagrado comemorando a vitória alvinegra no último domingo e garante, está 100% focado na Macaca. “Hoje eu sou jogador da Ponte Preta e torço pelos meus companheiros, porque a vitória deles é a minha também. Sem falta de respeito nenhuma com o Vasco, mas hoje eu sou jogador da Ponte, é ela quem paga meu salário e eu sou profissional. Ali, no calor do momento, do jeito com que foi o jogo, pela emoção toda, não tinha como ficar contido. Eu me sinto em casa aqui e me sinto como um torcedor, até minha filha em casa já canta a música da Macaca Querida.”

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