Pingos nos is: em coletiva sobre o TC10+ mais barato do Brasil, presidente e diretor revelam números de receitas, contam que time paga quase R$ 10 milhões de imposto por ano, desmentem boatos e mostram que não falta ambição à Ponte Preta

Foto:PontePress/RodrigoCeregatti

A coletiva realizada na Ponte Preta no final da manhã de sexta-feira (19) teve como principal objetivo anunciar o programa de sócio torcedor mais barato do Brasil: mensalidade de R$ 39,90 que dá direito a assistir todos os jogos na arquibancada geral descoberta (que agora não tem mais divisão com a antiga cabeceira). Na prática é como se o torcedor estivesse pagando menos de R$ 10,00 por jogo – no caso de junho, se houver cinco partidas com a Silamericana, seria o equivalente a R$ 7,98 por jogo – contra os R$ 100,00 por ingresso de inteira no mesmo setor durante todo o Brasileiro.

A conversa, porém, foi bem além do tema. Dispostos a tirar qualquer dúvidas dos repórteres e fazer chegar informações claras e verdadeiras ao torcedor, o presidente Vanderlei Pereira, o diretor financeiro Gustavo Valio e o coordenador do TC10+, Eric Silveira, falaram sobre muito mais. Mostraram, por exemplo, a evolução constante da equipe na gestão Vanderlei Pereira, que não deixa margem para a absurda afirmação de que o time não tem ambição. Falaram de receitas, impostos, presença da torcida e muito mais. Confira os principais pontos da entrevista abaixo.

 O TC10+ mais barato do Brasil

Vanderlei Pereira: “Trabalhamos o tempo todo para montar um bom time, competitivo. E esperamos, dentro deste preço novo e baixíssimo do TC10+, chegar a uns 16 mil sócios torcedores. Esperaria o máximo, não posso pensar em menos que isso. A garantia daqui pro final do ano é que os ingressos de inteira serão R$ 100 e os de meia, R$ 50. Seja o visitante ou o torcedor pontepretano que não seja sócio torcedor, ele vai pagar R$ 100 e R$ 50, mas se ele for Torcedor Camisa 10+ ele tem a garantia de pagar R$ 39,90 por mês e assistir todos os jogos do mês dentro deste valor daqui pro final do ano e quem sabe para 2018. É menos de dez reais por jogo, se pensar em mês que tem.”

Público e renda

 Vanderlei Pereira: “Muitos tentam levantar as razões porque o público  da Ponte Preta é um dos piores no Brasil. Uma hora se fala porque o jogo foi às 21h45, muito tarde, por isso não deu público. Outra hora porque choveu, outra hora porque fez muito frio. O último agora foi por ser dia das Mães, contra o Sport, quando nós recebemos 3.104 pessoas no estádio. E infelizmente não foram 3.104 pagantes. Pagantes nós tivemos, excluindo o torcedor camisa 10, nós tivemos aí ao redor de mil e poucas pessoas apenas. Como nós queremos fazer futebol com esse público, se um jogo me custa em torno de 110 mil reais? E quando você fala em um jogo de futebol, não é só o que envolve o jogador a entrar em campo. Já começa na sexta-feira, tenho que ir pro hotel, a concentração me custa em torno de 12 a 13 mil reais. Eu tenho os juízes, agora vem até seis juízes, um negócio maluco, me custa 16 mil reais. Se é uma partida grande, a de domingo não foi, eu paguei 12 mil reais de PM. Aí você pega depois todos os impostos, Federação Paulista e tudo mais, gandula, maqueiro, ambulância, o cara pra lavar arquibancada, o cara do painel eletrônico, a hora extra do funcionário que vem trabalhar. Ele ganha o dobro no domingo. Mais dois ou três dias antes tem a venda dos ingressos. As pessoas que estão ali trabalhando, estão ganhando. Acompanhado tem que ter o segurança, pra dar segurança pra quem vende. Então a somatória de custos, se a noite tem energia elétrica por exemplo, dá 100, 110 mil reais. Como você faz uma partida de futebol de 110 mil reais com três mil pessoas em campo? Impossível, impraticável”.

 Preço do ingresso?

Vanderlei Pereira: “No Campeonato Paulista eu decidi: vamos tornar nosso preço o menor ingresso do Paulista. Partidas pequenas foram 20 e 10 e partidas grandes foram 40 e 20. E honramos isso até o último jogo. Contra Santos, Palmeiras e Corinthians, não faltaram pessoas me chamando de louco dizendo para subir o ingresso pra 80, 100 e 120, que ia lotar do mesmo jeito. Não. A palavra foi dada, a palavra vai ser cumprida. Da mesma forma agora, entrando no Campeonato Brasileiro, o valor do ingresso está definido, vai ser 100 e 50 reais. E não vamos voltar atrás. Tenha público ou não tenha público, vai custar 100 e 50 reais. Qual é o contraponto disso? Nós vamos ter o Torcedor Camisa 10 mais barato do Brasil. R$39,90. Agora pasmem. Quando você tem quatro jogos um ingresso vai custar R$9,98. Quando se tem três jogos vai ser R$13,30. Há possibilidade de se ter cinco agora em junho ou julho, vai para R$7,98, quer dizer, é incomparável o preço que vamos ter de ingresso com qualquer clube do Brasil. O que nós queremos com isso? Que o pontepretano vire Torcedor Camisa 10. Venha nos ajudar como 12º jogador e cobrir pelo menos o custo dos jogos.”

Presença do torcedor em campo

Vanderlei Pereira: “Repetidamente você tem pouca torcida em campo, e a cada hora aparece uma justificativa, é horário de jogo, é valor de ingresso, sendo que já fizemos inúmeras promoções, é porque o time não ganhou. Para mim, torcer para um time é com ele estando em alta ou em baixa, tem que torcer. E tem vezes no futebol inclusive que quanto pior está o time, mais torcida vai em campo apoiar: pega o Santa Cruz no Nordeste, pega o Corinthians quando esteve em baixa, o Internacional na Série B: lota o campo. Então por que quando nós, estando em alta ou em baixa, não ocorre isso? Em vez de apoiar, vir aqui uns 15 ou 16 mil para fazer o time levantar… é broxante. Você entrar aqui para jogar com 3 mil torcedores, eu se sou um jogador de alto nível, é broxante. Vamos ter vários jogadores de alto nível e o cara vem aqui, olha, 3 mil pessoas torcendo. Aí ele fala: ‘que saudade eu tenho de 30 mil, de 40 mil’. O pontepretano tem que mostrar algo diferente e acreditamos que vai mostrar, afinal somos a maior torcida do Interior”

Falta ambição à Ponte?

Vanderlei Pereira: “Essa coisa de não ter ambição é papo furado. É conversa para boi dormir. Quem não entra em um negócio, seja qual for para não ter resultado positivo? Quem que não quer ser presidente da Ponte e trazer um título? Já imaginou seu tivesse trazido o Paulista? Não é que eu queria ser o todo poderoso, o título é da Ponte, mas eu tenho ambição, assim como todos aqui. Essa coisa foi implantada pela oposição (não vou citar nomes), como também tem muita coisa sendo plantada, inclusive do que eu citei anteriormente aqui. Os caras que são oposição não têm o que falar e agora com redes virtuais fazem a maior parafernalha. Dá a cara pra bater, então, fala na rádio com nome e sobrenome, diga o que quer falar. Mas não, ficam aí fazendo rodinha nos meios virtuais”.

Gustavo Valio: “Na gestão Vanderlei Pereira, no primeiro ano nós ficamos em 12º lugar no Campeonato Brasileiro e já foi uma campanha histórica. Na sequência ficamos em 8º lugar e agora nesse ano já fomos vice-campeões paulistas e passamos para a próxima fase da Sulamericana. E o maior detalhe de tudo isso: gestão pé no chão. Aqui ninguém está penhorando estádio para pagar jogador. Aqui está tudo em dia, as coisas estão em ordem. Cada passo que está sendo dado não é um simples sonho, é um passo calculado, com extrema fidelidade, com aquilo que o presidente Vanderlei propôs fazer. Não estamos andando para frente para na hora que terminar essa gestão o próximo ou ele mesmo, se for reeleito, ter que andar vinte passos para trás. Aqui estamos caminhando para frente. E se caminhar para frente não for ambição, infelizmente não tem como entender o que essas pessoas estão falando.”

 Custos e impostos

 Vanderlei Pereira: “Para vocês terem uma ideia de coisa pé no chão e que agora quem não fizer vai estar realmente em maus lençóis, eu estou pagando 450 mil reais de imposto de renda e INSS. No último dia 7 foram 120 mil reais de fundo de garantia, dá 570 mil. Paguei mais 30 de PIS, são 600 mil. E vou pagar no final do mês o Profut, mais 70, portanto são 670 mil reais só de imposto. Agora, quem não pagar o imposto, existe o tal do licenciamento e a CBF está fazendo um trabalho paralelo para angariar as mesmas informações que a ABFUT. Quem não pagar salário, não pagar imposto, não sei se já para 2018 ou  2019, não vai disputar mais os campeonatos. Já era par ter acontecido, mas deram uma colher de chá. Sabe o que é pagar quase 700 mil de imposto por mês? E se falar quase 700 mil de imposto vezes 13, por causa de décimo terceiro, dá nove milhões e cem, quase dez milhões por anol? Tira aqui dos 39 milhões que temos de receita e sobra 29. E daí? Onde você vai buscar o que precisa? Esse é o nosso trabalho”.

 Gustavo Valio: “É preciso enaltecer o que o presidente Vanderlei falou. Para quem acha que tem algum tipo de situação duvidosa dentro dessa administração, nós tivemos recentemente a ABFUT, que é a entidade responsável por essa administração nova do Profut, averiguando de todas as formas possíveis o que é feito pela Ponte. A CBF lançou o programa de licenciamento deles e os recebemos nessa semana, levaram toda a nossa documentação de balanço e com uma outra auditoria independente. E para finalizar, para ter um patrocínio desse porte que temos hoje da Caixa Econômica Federal foi feito outro levantamento e auditoria, de tudo que vocês possam imaginar, porque a CAIXA não colocaria o nome dela se não estivesse tudo em ordem, aliás nem qualquer outro patrocinador que a Ponte Preta tem hoje. Se existe algum lugar em que as coisas são transparentes é aqui na Ponte Preta, na administração do presidente Vanderlei Pereira”.

 Receitas da Ponte Preta

 Vanderlei Pereira: “Peço que ouçam bem o que vou dizer no tocante a receitas, porque há um equívoco muito grande na mídia de forma geral e o torcedor acaba comprando o que a mídia divulga, e às vezes tem gente que até inventa da cabeça deles. E aí os caras ficam sonhando com coisas que não existem. Nós vamos falar aqui de cotas da Rede Globo. O pessoal fala em torno de 40, 50 milhões. Na realidade são R$ 32 milhões menos 10% de impostos, de direitos de arena e INSS. Isso cai para 28.8 milhões. Federação Paulista, fala-se de 10 a 12 milhões, na verdade são 5,8 milhões menos -10%. Pilot. Fala-se de dois a três milhões e é um milhão menos os impostos, dá 900 mil reais. Schinchariol, fala-se em quatro milhões e também é um milhão, menos 10% de imposto, 900 mil reais. Adidas, fala-se em 30 milhões, pasmem! E é só material. Nós só recebemos material da Adidas. Caixa Econômica Federal, fala-se de nove a 15 milhões, são quatro milhões, menos os impostos, três milhões e 600 mil. Totalizando, pessoal, são 39 milhões, quatrocentos e sessenta e cinco mil: essas são as receitas da Ponte Preta. Eu gostaria  que a partir de hoje isso fosse divulgado, principalmente para o torcedor que acha que a Ponte recebe 70 milhões, 80 milhões, quando na realidade é 39 e destes praticamente dez milhões são pra pagar impostos.”

Gustavo Valio: “Só uma observação sobre o nosso contrato com a Adidas, que o presidente esclareceu a respeito do fornecimento de material, é importante  informar que hoje temos uma permuta onde envolve mais de oito mil peças, que é o nosso fardamento completo.  E o nosso contrato prevê que a partir de 22 ou 23 mil peças comercializadas, a Ponte iniciará o retorno através de royalties, que é progressivo. Existe esse porém com relação a isso, mas como não atingimos esse limite, ainda não estamos recebendo esses royalties”.

 Leandrinho

 Vanderlei Pereira: “Essa é outra história que também é cercada de lendas.  O Leandrinho já foi, já está jogando lá no Napoli. Deve ser vendido por esses dias, inclusive,porque pelo que dizem o Napoli está com problemas com tio dele, igual aos que tivemos aqui. O Napoli vai vender por três, quatro milhões. Enfim, está lá sendo rifado. A Ponte em momento nenhum conseguiu fazer um contrato profissional com o Leandrinho, enquanto esteve aqui ele foi amador porque o  tio dele não deixou assinar um contrato profissional. Com essa história de ser amador, se ele fosse jogar em um time brasileiro a Ponte teria uns 14 milhões. Como ele foi para a Europa, a Ponte teria cerca de 270 mil euros, que é o que a FIFA estabelece, e mesmo assim também brigando na FIFA. Nós fomos lá, eu e o doutor Gustavo, no fim do ano, ficamos lá uma semana, trabalhamos muito. E convencemos o Napoli a nos pagar 600 mil euros. Tivemos uma carta de crédito e compensamos  ela agora, em fevereiro desse ano. Traduzindo em reais, deu dois milhões e duzentos. Então não são os 14, 15 milhões que se fala até hoje que a Ponte recebeu do Leandrinho.”

 Gustavo Valio: “Só uma observação complementar: não foi venda. É um ressarcimento pela formação do atleta, esses valores foram realizados a título de ressarcimento pela formação do atleta. Isso por lei seria apenas, no máximo, 270 mil euros, como disse o presidente. E após árduo trabalho elevamos isso para 600 mil euros”.

 QRCode no TC10+

Eric Silveira: “O valor mais barato do Brasil não é uma medida vem sozinha, não é apenas o valor de R$ 39,90. Ela vem acompanhada de várias ações paralelas. As ações de valorização do sócio-torcedor, as ações de melhoria no acesso. E a partir do próximo jogo nós teremos várias novidades. Uma das novidades bem bacanas é a questão da troca das catracas. As catracas serão trocadas e aceitarão o QR Code. Inicialmente nas vendas de ingressos, nas finais do Paulista, houve muito questionamento sobre a questão de venda pela internet,isso já está sendo aprimorado e a princípio para o jogo contra o São Paulo as catracas estarão sendo trocadas, com sistema de QR Code já será implementado. O torcedor poderá comprar no site, vem aqui com o celular ou com o código de barras e passa em todas as catracas. Isso é um momento atual de melhoria do sistema de acesso que vem amparando toda essa melhoria financeira. Paralelo a isso, já está em andamento o estudo para trazer a carteirinha para o celular, pro torcedor não precisar vir com a carteirinha. Vai fazer a leitura na catraca. Isso trará muito mais facilidade na compra de ingressos. Nós certamente não teremos mais aquelas longas filas das finais. Conforme havíamos prometido, melhoria no sistema de venda de ingressos pela internet e melhoria no acesso.”

 Saída pelo portão principal

Eric Silveira:  “A questão da vazão na saída do estádio sempre foi muito questionada, nós tentamos resolver com o comando da Polícia Militar. Agora, como esperamos um grande aumento de público na adesão do Sócio Torcedor, não haverá mais essa divisão aqui na grade que separa o espaço família da arquibancada, as grades serão abertas. Essa setorização vai cair, espaço família e arquibancada se tornam um setor único e com isso a saída deste espaço para o portão central e pelo portão lateral também. Melhoria de acesso, entrada prioritária para sócio torcedor, todas essas questões em que batemos nas finais do Paulista nós vamos ter com efetividade”.

 Mais vantagens

Eric Silveira: “Além desse ser o sócio torcedor mais barato do Brasil, vamos aproximar o torcedor ao time profissional. Aquelas ações intangíveis, de almoçar com jogadores, de andar no Gorilão, de vir assistir ao treino, de vir ao estádio fazer o Majestour, tudo isso vai estar inerente a esse processo que foi criado, de melhoria no valor do plano de sócio. Isso vai trazer o torcedor mais próximo. É um pacote de ações que estamos trazendo para o torcedor, e acreditamos piamente que vai dar certo.”

 Há como reverter o veto da  PM a ações  como bandeirão em Campinas, se há permissão em São Paulo?

 Eric Silveira: “Estamos tentando, da forma mais tranquila possível, alinhar essas questões com a Polícia Militar. A gente conversa, fala, estive na Federação Paulista, na parte operacional, inclusive eu tenho passado tudo para o presidente. Está sedo elaborado um dossiê completo dos jogos fora do Moisés Lucarelli e o que se faz fora e o que não deixam nós fazermos aqui. Temos desde tamanho de bandeira, que lá em Itaquera deixaram uma foi de 100x50m, até em Santo André que foi de 10x3m. Até em Sorocaba que forma quatro ou cinco bandeiras. Outra questão é que aqui eles exigem aqui uma contenção muito fora do padrão. Estivemos nas arenas e a contenção nas arenas é um metro e meio ou dois metros. Você tem a torcida e a torcida local separada por 2 metros. Aqui a gente perde 700 pessoas de cada lado. É um absurdo.   Estamos finalizando então este documento e vamos levar para o comando da capital para tentarmos alinhar da melhor maneira possível e termos direitos iguais. Queremos só o que é justo. Nada mais.”

Ingressos para os visitantes

 Vanderlei Pereira: “A intenção de colocar TC10 a R$ 39,90 por mês é para o que o torcedor pontepretano venha para o campo e tenha um custo mínimo, em contrapartida o adversário só tem como opção pagar ingresso, que é R$ 100,00, um valor muito mais alto. Então podemos fazer mais baixo o TC10+ porque o complemento da receita é justamente do adversário. A sequência de Flamengo, Corinthians, Palmeiras, São Paulo e Santos, se botarmos quatro mil pessoas lá em um preço médio de R$ 75,00 (contando inteiras a 100 e meias a 50) vamos ter trezentos mil reais. Se colocarmos trezentos mil em cinco jogos, dá um milhão e meio. Daqui para o final do ano, um milhão e meio, em seis meses, é como se fosse uma média de 250 mil por mês advinda dDo visitante. Aí outros clubes visitantes, como o Atlético Mineiro, no mínimo vai ter mais um 70 mil por mês dos demais clubes. Passa a ter R$ 320 mil reais do visitante. Portanto, o torcedor pontepretano tem a opção de se tornar TC10+ em vez de pagar o ingresso, coisa que o visitante não tem. Não queremos que o pontepretano pague a conta. É o contrário. Vai ser o adversário quem vaia pagar. E se o torcedor adversário não vier, melhor para nós s tivermos 15 ou 16 mil pontepretanos gritando e pressionando o adversário. Eles escolhem se eles querem pagar ou não.”

Cambistas

Eric Silveira: “Essas ações que estamos lançando hoje vão justamente inibir essa questão que tão justamente criticada nas finais, que é o cambismo. Isso não é uma questão nossa, é uma questão de segurança pública se ele compra aqui e sai vendendo na porta do estádio. Não temos como coibir isso, quem tem que coibir isso é a segurança pública, mas com esse projeto que nós criamos vai inibir o cambista, porque ele não vai comprar uma carteirinha para sair vendendo. Então sobra pra ele comprar um ingresso por 100 reais, e aí ele vai vender por quanto? Tudo isso está muito bem estruturado. Certamente toda essa parte de venda de ingressos por cambista vai cair muito”.

  Eleição do conselho, do presidente e sucessão 

Vanderlei Pereira: “A eleição é em novembro ainda, e é validada em dezembro, não estamos pensando nisso agora. Queremos chegar bem no final do Campeonato Brasileiro e estamos tranquilos quanto ao processo eleitoral porque há grandes nomes dentro da nossa diretoria, aptos a serem presidente, então não necessariamente serei eu candidato à reeleição, isso não está definido. Vamos nos reunir quando for a hora certa e decidir quem vai estar efetivamente se candidatar para assumir a cadeira da presidência”.

 Gustavo Valio: “Apesar de não estar definido, em minha opinião nosso nome para presidente, independentemente de qualquer coisa, é mesmo Vanderlei Pereira. Particularmente não tenho pretensão nenhuma que não seja assessorar ele em tudo que ele fizer. O futuro a Deus pertence, sabemos que ele é um grande empresário e tem vários compromissos, então no momento correto vamos sentar e conversar. Mas a bola da vez é ele”.

 

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