Para Carpegiani, Macaca tem que alcançar equilíbrio dentro dos jogos para melhorar rendimento

 

A Ponte Preta entra em campo hoje(18), às 16 horas contra o Goiás, no Moisés Lucarelli, e para o técnico Paulo César Carpegiani a equipe tem que aprender com os erros que têm acontecido nos últimos jogos. Segundo o comandante, é um processo que vem com o tempo. “Nós tivemos a posse de bola no primeiro tempo contra o Vitória, menos tempo, 32%, mas fizemos um futebol forte e competitivo, jogando na busca do gol. No segundo tempo não:  tivemos 55% de posse de bola, mas não sabíamos o que fazer com ela. Então essa inconstância é que não pode ter”, afirma Carpegiani.

 

Ele ressalta que o time não pode mais ter este tipo de oscilação em campo, já a partir de hoje. “Não pode ser assim e tem que ter o máximo de objetividade. A equipe precisa amadurecer e este é um estágio em que estamos com dificuldade, mas que é preciso definir”, pontua. Ainda segundo o treinador, o time não tem pecado pelo aspecto físico, mas sim por não saber entender os momentos da partida.

 

“Não caímos de um tempo para o outro por preparação física. Nós temos que saber é o momento de administrar o jogo e usar a posse de bola. Nosso time é muito rápido, é da característica dos jogadores e temos que saber aproveitar isso. A velocidade traz uma exigência maior e desgasta, mas é óbvio que temos que controlar. Não adianta jogar sempre a 100 quilômetros por hora e depois baixar o ritmo em 90%”, diz.

 

Apesar de ter feito várias mudanças entre os titulares nas últimas rodadas, Carpegiani não esconde que a manutenção de uma espinha dorsal na equipe é fundamental. “Todos os times têm dificuldades, dificilmente você vê uma equipe repetir a escalação duas ou três vezes. Tem expulsão, jogador machucado, contratação…é a dificuldade que se tem. Gostaria muito de manter uma base e estamos chegando perto daquilo que considero ideal. Tento repetir a equipe, principalmente do meio para frente”, afirma.

 

O técnico faz questão de salientar que não pretende mudar o estilo de jogo do seu time. “Eu tenho que formar uma equipe que seja agressiva. Somos o oitavo ataque mais positivo e temos que ter esse equilíbrio com a parte defensiva. Tenho que usar o que tenho de melhor. Tenho jogadores agudos, poderia ficar mais reforçado no meio-de-campo, mas tenho que ter uma conduta e uma linha de pensamento e estou repetindo sempre isso. Temos é que melhorar e ser mais constante nos jogos”, diz o treinador.

 

Ele conclui falando sobre a partida de logo mais. “Não podemos nos distanciar do pessoal da frente. Minha preocupação é fazer o dever de casa. É um jogo muito difícil, respeitamos o adversário, que é uma equipe muito bem composta e organizada, mas temos confiança que temos condição de vencer”.

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