Conselho aprova orçamento de R$ 35,3 milhões para a Ponte Preta em 2015; departamento de futebol terá R$ 23,9 mi

O Conselho Deliberativo da Ponte Preta aprovou na noite de ontem, em reunião ordinária, o orçamento da instituição para 2015, no valor de R$ 35,3 milhões. Cerca de 200 conselheiros estavam presentes e, a exceção de uma abstenção, os demais votos foram favoráveis. Do valor total (confira abaixo o documento), R$ 23,9 milhões serão destinados ao Departamento de Futebol Profissional – importante ressaltar que este valor não é destinado exclusivamente à formação de elenco e sim a todos os custos do departamento, que incluem viagens, hospedagens, comissão técnica, DM, e todos os demais gastos e funcionários que trabalham no departamento.

Um aspecto interessante da votação de ontem é que foi o fato de ela ter sido realizada já sabendo que a equipe estará na série A do Brasileiro – normalmente as apreciações do orçamento sempre ocorrem neste período, mas sem que o time tenha sua situação definida na competição. Desta vez, porém, graças à classificação antecipada com quatro rodadas. A situação foi diferente.

Durante a votação na noite de ontem, além das manifestações do diretor financeiro Vanderlei Pereira, do presidente Márcio Della Volpe e do presidente de honra Sérgio Carnielli, foi dada a palavra ao gerente de futebol Gustavo Bueno, um dos responsáveis pela boa campanha alvinegra, para que falasse um pouco sobre o futebol alvinegro e as perspectivas para 2015.

“Eu disse aos conselheiros que, primeiro, nosso foco é totalmente em conquistar o título, e só depois trabalharemos mais diretamente com a montagem para o ano que vem. É claro, porém, que já estamos nos mexendo e nossa ideia para 2015, em um primeiro momento, é manter Guto Ferreira e comissão técnica, bem como ajustar a permanência de uma base do time atual”, explica Gustavo Bueno.

Ele acrescenta que a importância de se manter uma base vai além de entrosamento e da manutenção do que já vem dando certo. “É interessante manter aqueles que deram uma boa resposta ao clube também porque isso minimiza custos, já que não se tem que romper contratos, gastar mais em luvas e outros custos. E temos que ter em mente que muitas vezes jogadores que acabam não tendo espaço para atuar em um clube com maior orçamento acabam se destacando e sendo boas opções aqui na Ponte.”

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