Gilberto Manoel de Almeida

Monga

1990 a 2000

 

Todos gostam de ver craques em campo. E muitas vezes, quando os jogadores de maior habilidade técnica não resolvem um jogo importante, surge como craque o jogador mais voluntarioso. Com um perfil guerreiro, de quem não desistia de uma bola por mais impossível que parecesse, o atacante Monga conquistou um espaço na memória dos pontepretanos, bem como na história do clube.

Gilberto Manoel de Almeida, nascido em 14 de março de 1965, ganhou o apelido em referência à “Monga – A mulher Gorila”, uma atração de sucesso em  parques de diversões. Bem-humorado, Gilberto não considerou o apelido ofensivo e até demonstrou gostar da brincadeira em diversas oportunidades.

O gol que levou Monga de uma vez para a história da Ponte Preta foi em 1989, contra o Taquaritinga, na primeira partida que decidia o acesso à Primeira Divisão do Campeonato Paulista. O lance começou com uma reposição de bola feita pelo goleiro João Brigatti. A bola caiu nos pés de Monga que dominou, tirou um adversário, partiu em velocidade e, ao ver o goleiro do Taquaritinga saindo da área, deu um toque por cima do arqueiro, pegou a bola na frente e marcou um golaço. “Quase entrei com bola e tudo”, disse o ex-atacante ao relembrar do lance.

Mas não só lances bonitos, como o gol citado, vêm à memória do torcedor quando ouve o nome do jogador. A imagem maior de Monga é a do atleta lutador, do homem que “comia grama” e sabia honrar a camisa da Ponte quando estava em campo.

Depois de encerrar a carreira como jogador, Monga teve uma nova passagem pelo estádio Moisés Lucarelli como treinador do time de base, onde ajudou a revelar alguns dos novos profissionais da Ponte que pretendem, um dia, também fazer parte da galeria de grandes jogadores pontepretanos.


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