Novo reforço, César diz que vai fazer seu melhor para merecer oportunidade de vestir a camisa da Ponte

 

Foto: PontePress/GuilhermeDorigatti

 

A Ponte Preta apresentou nesta quinta-feira (11) mais um reforço. Quem vestiu a camisa alvinegra dessa vez foi o goleiro César, que vem por empréstimo junto ao Flamengo. Sabedor da concorrência pela camisa 1, o atleta não esconde a vontade em ser titular da Macaca. “Ví minha vinda para a Ponte como uma grande oportunidade de fazer meu melhor e de vencer aqui. Fiquei imensamente feliz quando tive o contato e soube que teria essa chance. Estou aqui motivado e quero vencer. Chego com esse pensamento”, afirma César, que também é consciente da cobrança interna e das arquibancadas por um bom rendimento.

 

“Temos que estar acostumados com cobrança. Aprendemos a cada momento e cada passagem que temos no futebol. Me predispus a isso e independentemente do que aconteça eu sei que vou estar tranquilo porque fiz meu melhor”, diz o atleta, que conta sobre sua formação como goleiro.

 

“Comecei a jogar bola aos sete anos e desde essa idade eu sou goleiro. Cada ano que fui crescendo no futebol eu tive treinadores que me ajudaram imensamente e outros jogadores que também contribuíram. No Flamengo tive dois treinadores que foram essenciais. O Nando, na minha época de formação, de Taça São Paulo, que me fez crescer de uma forma absurda e me ajudou a subir para o profissional. E depois o Vágner que também me ajudou a chegar no profissional e fazer boas partidas. Chegando aqui já tive boas referencias do professor André Dias e sou grato, primeiro a Deus e depois a todas as pessoas que estiveram do meu lado e me apoiaram”, ressalta.

 

Coincidentemente, César é da mesma escola de arqueiros que formou Marcelo Lomba, que foi um dos jogadores mais importantes na última temporada. Mais jovem que o titular da Macaca em 2015, o goleiro não esconde a admiração. “Na época que eu estava subindo, o Lomba já estava saindo do profissional. Conversamos muito pouco lá, tivemos contatos em jogos que nos enfrentávamos e tenho esse carinho por ele. Temos uma boa relação”, revela o jogador, que explica como deve ser a integração no sistema defensivo.

 

“A liderança tem que ser exercida naturalmente. Tem que se conhecer os laterais, os zagueiros, criar essa afinidade e o grupo precisa disso. Desse relacionamento. Um grupo vencedor começa com essa relação. Não são só jogadores, mas sim seres humanos e é preciso conversar. Principalmente ali atrás nós precisamos conversar, se acertar ara que tenhamos essa confiança um no outro. Sabendo que se um errar o outro vai ajudar Então esse é o ponto principal e espero ajudar da melhor maneira possível. E se for necessário usar o que for preciso para sair vencedor”, completa.

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