Gilson Kleina enfatiza que em momento algum vai baixar a cabeça ou jogar a toalha: “Queremos conquistar vitórias para nosso torcedor e nossas famílias, tenho certeza que vamos dar a volta por cima”

Publicado em: 21/07/2021


Foto:PontePress/DiegoAlmeida

A derrota em Salvador, na noite de terça (21), levou frustração a toda torcida pontepretana, bem como ao próprio time e comissão técnica. O técnico Gilson Kleina, porém, prega a confiança no trabalho e nos frutos que, garante, com certeza virão. “Em momento algum vou baixar a cabeça ou jogar a toalha. A gente é vencedor no futebol porque já passou nesta situação. Sentimos muito por esta situação em que estamos, queremos levar as vitórias para o nosso torcedor e a nossa família. Não penso e mim e, sim, em como dar a volta por cima. É nisso que vou trabalhar e tenho certeza que a Ponte vai dar a volta por cima”, afirma.

O treinador complementa: “Em momento algum vamos titubear, temos certeza de que vamos dar a volta por cima. A gente precisa reagir e isso passa por na sexta estar em campo de novo e nossa bola começar a entrar. A confiança tem que vir na cabeça de cada um, não falta trabalho nem entrega, e não adianta desesperar e desorganizar. Temos pela frente um Goiás que venceu nesta rodada, tem treinador novo, mas isso é com eles: nós temos que olhar para dentro, sermos fortes e fazermos a vitória”, pontua.

Para o treinador, o maior problema da Ponte tem sido algo fora do controle do time: mais especificamente a impossibilidade de manter a mesma equipe em campo.  “É duro você contar com uma equipe, muitas vezes fazer um treino apronto e não pode contar com os jogadores que usou”, diz Gilson (desde o jogo contra o Náutico, por exemplo, o técnico perdeu atletas por lesão, Covid19, saída para outro time e, antes do embarque para a Bahia, até mesmo por uma gastroenterite).

“É o tipo de situação que escapa ao nosso controle. Contra o Náutico fizemos um grande jogo, tínhamos uma plataforma montada e perdemos peças pros jogos seguintes. Tentamos reunir atletas em cima da característica dos que saem, para mudar o menos possível. Estamos tendo coisas boas nos jogos, mas não conseguimos sustentar e quando oscilamos tomamos gol. Precisamos reconstruir as vitórias e marcar quando estamos melhor em campo. Todos nós estamos incomodados com isso, temos que acreditar, levantar a cabeça e ter o apoio do torcedor, porque precisamos jogar juntos”, enfatiza.

Ele reitera que internamente há uma união grande entre todos. “Estou focado no elenco e nos meus jogadores. O presidente e a diretoria sempre estão atuantes nos treinamentos. Sempre estamos conversando, preocupados, claro, com a situação, mas em busca de soluções. A Ponte faz de tudo para a gente conseguir o resultado esportivo, dentro de campo. Estamos focados no dia a dia, no trabalho, para que as coisas sejam resolvidas no dia a dia, com muito trabalho”, diz.

GK faz uma análise do jogo de ontem. “O Vitória até os 25 minutos eles não tinham chegado, a primeira bola deles foi uma grande defesa do Ivan em cabeceada do Dinei. Dominamos as ações, controlávamos o jogo e podíamos sair na frente. No segundo tempo tivemos uma queda e tomamos um gol que não devia ter sápido, vamos ter que ajustar.  Ainda assim, criamos quatro oportunidades, poderíamos no mínimo ter saído com pelo menos um ponto”, opina.

Ele conclui: “Infelizmente tivemos dois confrontos diretos que não conseguimos pontuar. Agora temos que ir buscar dentro de casa. Temos que ter uma equipe equilibrada, ofensiva, pronta pata marcar. Temos que ter tranquilidade neste momento difícil para que possamos reverter a situação. Temos que unir todas as peças que temos, acreditar no elenco e recuperar nossos atletas nesta quinta, para que na sexta as bolas comecem a entrar. E quem sabe um pouquinho de sorte vir pro nosso lado, porque aqui não está faltando trabalho.”

 

 


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