Oliveira acredita em evolução do time e destaca: “Não existe azar: é preciso competência, trabalho, confiança e equilibrar o time”

Publicado em: 25/10/2020


Foto:PontePress/ÁlvaroJr

Após o revés da tarde de ontem, a Ponte Preta volta a Campinas, aonde vai se concentrar para bater o Figueirense na próxima rodada, a última do turno inicial da série B.  Apesar de insatisfeito com a partida de ontem, o técnico Marcelo Oliveira  acredita numa evolução maior do time e acredita que a Macaca irá voltar a crescer – e  a vencer – nas próximas rodadas.   “Perdemos por desatenção, mas acredito no potencial desse grupo. Não existe azar no futebol: é preciso competência, trabalho, confiança e equilibrar o time. Essa é nosso desafio e nossa missão”, diz o treinador.

Ele diz já ter notado melhora no grupo do último jogo para o de sábado. “Houve evolução, marcamos mais neste jogo de ontem, tanto que demos poucas oportunidades ao CRB, mas está havendo  falta de concentração e atenção em lances cruciais no jogo, isso ocorreu tanto no gol que tomamos quanto em chances que tivemos de marcar nas quais não apresentamos poder de decisão. Apesar da entrega e reação do time no segundo tempo, pecamos na conclusão da jogada”, analisa.

Ele acrescenta: “A concentração em campo vem com conversa, treinamento e confiança do jogador para fazer o que precisa fazer. Fica muito claro para quem nos acompanha que temos facilitado, doad, tendo desatenção nos gols do adversário. E que, mesmo chegando, não estamos tendo tranqüilidade pra concluir. Defensivamente foi melhor neste jogo e merecíamos um outro placar pelo que fizemos no segundo tempo, mas aos poucos vamos acertando e ajustando detalhes no time.”

Em relação aos atletas que estrearam com a camisa alvinegra, Oliveira gostou do que viu e explica porque tirou do jogo Leo Pereira, que foi bastante elogiado. “O Leo estava com um pouco de câimbra no intervalo e não agüentou permanecer no segundo tempo, estava mancando no vestiário inclusive. Não tínhamos outro lateral esquerdo porque o Lazaroni teve uma fisgada no treino e o Apodi ficou machucado em Campinas. Naõ foi troca tática nem escolha, e sim necessidade. Estamos bastante satisfeitos com os jogadores que vieram, a tendência é que os jogadores que chegaram possam crescer e se entrosar mais com os outros”, conta.

Questionado pela imprensa sobre algumas atuações, como a de João Paulo e a de Bruno Rodrigues, o treinador diz o que pensa. “O João Paulo  é bem marcado, isso acontece com qualquer meia com qualidade, deste nível: os adversários vêem nossos jogos e aí colocam marcação acirrada, dobrada. Mas confiamos nele, ele pode deslanchar e decidir o jogo em um lance. O Bruno Rodrigues foi muito bem, nos ajudou, mas não podemos depender de um único jogador, de um João Paulo ou de um Bruno. Precisamos de uma equipe que jogue homogeneamente e chegue ao gol adversário com jogadas bem trabalhadas”, finaliza.


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