De olho no jogo de terça, Ponte segue treinando e volante Dawhan quer marcar mais gols: “Muito treinamento para estar pronto quando surgem as oportunidades”

Publicado em: 17/10/2020


Foto:PontePress/ÁlvaroJr

A Ponte Preta treinou neste sábado e terá novas atividades no domingo e segunda-feira, sempre focando na partida das 21h30 da terça (20) contra a Chapecoense.  Com 27 pontos, a Macaca está na quarta posição e abriu três do quinto colocado – o Juventude. Por esta razão, o confronto com a Chape, que está na vice-liderança com 30 pontos e uma partida a menos – é definitivamente um exemplo do chamado jogo de seis pontos : vencer significa subir na tabela e segurar um adversário direto.

O volante Dawhan, que marcou um gol de cabeça no dérbi e outro no último embate da Macaca, contra o Náutico, diz que a equipe está pronta e que ele mesmo quer ter novas oportunidades de balançar as redes. “Fico feliz de estar desempenhando um bom trabalho, espero que a gente consiga nosso acesso e, quem sabe, o título. Apesar de não ser muito alto, sempre vou bem nas bolas paradas. É muito treinamento para estar pronto quando aparecem as oportunidades”, diz.

Além do treinamento, Dawhan aponta dois fatores para o futebol crescente que vem apresentando: o técnico Marcelo Oliveira e a união do grupo. Professor orientado muito, que possa sair mais gols. “Do jeito que Marcelo pede que a gente jogue, com dois volantes, facilita minha subida ao gol bem como a descida para marcar. Sempre que eu subo, o Neto (Moura) fica, e vice versa. O treinador gosta que time jogue pra frente os dois tempos, ganhando ou perdendo. Estamos tentando assimilar tudo o que ele nos passa o mais rápido possível”, diz.

Sobre a união do elenco, Dawhan acrescenta: “Sempre atuei tanto como primeiro como segundo volante, mas minha característica maior era a marcação. Sempre que dava pra chegar no gol,eu chegava, nos últimos jogos tenho feito mais isso. E se fiz osgols, isso é fruto de muito trabalho, de toda a equipe. Matamos um leão por dia e podemos dar mais ainda. Junto com meus companheiros, estamos trabalhando e dando a vida para por tudo em prática e vencer.”

Parceria e avô

Dawhan conta que seu esilo de jogo como volante é sempre marcar, mas buscando o mínimo de faltas e tentando sempre roubar as bolas para fazer o ataque e o meio jogarem. Já sobre a parceria com Guilherme Lazaroni, que cruzou as duas bolas que geraram o gol, ele acrescenta: “Eu e o Laza, a gente conversa e treina bastante essas jogadas de falta e bolas paradas. Ele bate muito bem na bola e a gente tem tirado proveito disso: estou muito feliz que está dando certo a parceria, que sempre continue assim.”

O volante termina fazendo um justo registro ao avô Jivaldo Santos, de 77 anos, que considera como um dos maiores apoiadores e responsáveis pelo sucesso dele no esporte. “Meu avô é como um pai para mim. Desde que eu era pequeno, me ensinou tudo sobre futebol, sempre me deu dicas, fazia os treinamentos comigo em casa. Falava que eu tinha de treinar se eu quisesse chegar. Foi um cara que sempre me ajudou, fez de tudo para mim, tirou coisa dele para comprar chuteira para mim. Se eu me tornei um jogador de futebol, sem dúvida ele foi fundamental para que isso acontecesse”, conclui.


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