Kleina enaltece a classificação na Copa do Brasil e destaca: “Ainda temos muito o que ajustar, mas o que mais agradou foi classificar com vitória, que nos dá confiança para enfrentar o Ituano”

Publicado em: 14/02/2020


Foto:PontePress/ÁlvaroJr

Bastava o empate, mas – com belos gols de João Paulo e Roger – a Ponte Preta venceu oNovo Hamburgo ontem (13) na estreia pela Copa do Brasil e garantiu vaga na próxima etapa, quando enfrentará o Vila Nova no Majestoso (mais uma vez em jogo único, mas sem vantagem de empate: se o placar terminar igual, a definição vai pros pênaltis). O Técnico Gilson Kleina destaca a importância de o time ter vencido o adversário sulista.

“O que mais agradou foi classificar com vitória, temos pela frente um, jogo difícil contra o ituano na segunda-feira e é importante irmos para ele com esse placar positivo. Nosso próximo adversário no Paulista é um time rápido e que quer vencer diante da própria torcida, mas agora vamos a Itu com confiança para fazer a vitória”, afirma Kleina.

Na avaliação do treinador, porém, é preciso fazer correções na equipe alvinegra. “Fizemos um bom primeiro tempo, mas na volta do segundo não conseguimos sair de trás e tomamos gol onde sabíamos que o adversário era forte.  Temos que trabalhar em cima desta queda de desempenho. Voltamos felizes com a classificação, mas tem coisa pata ajustar, principalmente esse bloco que baixa demais a marcação depois que abrimos o placar”, diz.

Apesar de enxergar essa necessidade de correção, Kleina também registra os fatores positivos do adversário, que dificultou o confronto. “É difícil jogar em novo Hamburgo e eles trocaram p treinador, vieram com outros jogadores. Estou certo que conversaram com os atletas  sobre ‘muita cota’ e eles vieram com outro sentimento”, acredita.

O treinador reforça a análise do jogo. “Nossa equipe foi muito competente no primeiro tempo, fizemos o gol e tivemos a iminência de fazer um placar ainda maior na etapa inicial. No segundo tempo postura do adversário veio diferente, era um jogo único e eles não tinham nada a perder,  posicionaram quatro em cima e tivemos queda de alguns atletas. Sofremos até o empate e o pênalti, depois  equilibramos com as substituições, em especial com a entrada do Mateus Anderson voltamos a ter velocidade e o Roger fez um  belo gol”, conta.

O treinador  explica ainda que o time titular, que iniciou o jogo, foi colocado em virtude do espírito demonstrado no último jogo do Palmeiras. “A ideia foi manter aquela equipe que no segundo tempo cresceu contra o Palmeiras, até para manter desempenho e dar mais entrosamento. Minha maior preocupação até o momento foi o jogo contra a Inter, porque ali fomos apáticos, o time não competiu. Mas contra o Palmeiras fizemos um grande segundo tempo contra um gigante e ontem soubemos competir e construir jogadas, o time está crescendo”, diz.

Sobre este crescimento, Kleina acrescenta: “É um jogo de cada vez, estamos no início de trabalho e, neste sentido, a vitória de ontem é importante, quando você aliar um resultado positivo, te dá mais tranqüilidade para trabalhar. Agora estamos conversando apra não ter queda de rendimento que ocorreu no segundo tempo contra o Novo Hamburgo, essa oscilação.”

O comandante pontepretano faz mais alguns comentários sobre o confronto no Rio Grande do Sul, o primeiro deles em relação ao pênalti anotado pelo juiz na entrada de Darnley. “A camisa da Ponte é uma camisa pesada e o Darnley é um garoto, na hora se abalou com o lance, eu falei para ele levantar a cabeça, continuar jogando que faz parte. Depois vamos conversar mais, é preciso ter concentração o tempo todo durante nossos jogos”, fala.

Kleina esclarece também o que aconteceria quando chamou Roger para conversar pouco ntes do gol e, na sequência, da substituição do camisa 9. “Quando eu chamei o Roger para conversar, falei que colocaria ele e o Safira, e deixaria o time no 4-1-3-2. Mas como ele  fez o gol e ampliou nossa vantagem, não teria mais porque sacrificá-lo e deixá-lo desgastado em campo. Então acabei mudando a ideia inicial”, explica.

Por fim, em relação à lesão de Apodi e a uma possível volta de Ivan, que esteve ausente durante todo o Campeonato Paulista por estar defendendo a Seleção, o treinador revela que ainda não há definições. “O Apodi colocou  gelo no ombro após o jogo e vai passar por exame de imagem. Já o Iva vai ser apresentado agora ao grupo, ele ficou 80 dias fora e é uma decisão que teremos que tomar junto com o preparador de goleiros,mas que não nos traz problemas, pois temos dois ótimos goleiros”, conclui.


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