Opção na lateral e no ataque, Giovanni ressalta que busca dar o máximo em qualquer posição que for escalado e destaca tradição da Macaca para alcançar o acesso

Publicado em: 27/04/2019


Foto:PontePress/ÁlvaroJr

Titular nas últimas quatro partidas da Ponte, o jogador Giovanni é dos atletas do elenco que atua em mais de uma posição: ora aparece na lateral-esquerda, ora como atacante pelo mesmo lado. Treinando duro com o elenco nestes últimos dias antes da estréia da Macaca na série B, nesta segunda, o jogador faz uma avalição desses primeiros quatro meses de clube e  revela uma preferência por posição, mas se mostra disposto em ajudar em qualquer posição.

“É uma situação que já passei em outros clubes, de jogar mais adiantado, por ter uma característica mais ofensiva. Mas minha preferência é pela lateral, que foi onde tive meus melhores momentos. Sou um jogador que gosta de vir de trás, sendo o elemento surpresa, e às vezes, jogando em uma função mais adiantada, fico melhor marcado, porque já tem a defesa encostado. Vindo de trás já não tem isso. Mas procuro fazer o que é pedido. Jogando na frente, de lateral, de volante, tenho uma boa leitura que me ajuda a adaptar em cada posição”, avalia.

O atleta explica o que o dificultou para ter uma sequência de jogos maior. “Tive duas lesões musculares que me atrapalharam na sequência. Comecei bem fazendo essa função, mais adiantado, principalmente contra o Mirassol, e tive uma lesão naquele jogo e voltei só depois de sete ou oito partidas, com a equipe já encaixada. Espero melhorar. Como disse, meus melhores jogos e gols que fiz, foi atuando como lateral. Estou me adaptando a jogar de costas, mas procuro fazer o melhor para a Ponte”, reforça.

Giovanni destaca que ao longo do Troféu do Interior fez uma dobradinha interessante com Abner e que a tendência é melhorar, caso isso se repita. Ainda sobre a posição mais defensiva, o atleta fala sobre concorrência na função. “Na lateral temos dois jogadores de qualidade, só joga um e se entro na briga são três para uma função, mas na beirada não está diferente. Chegaram jogadores que tem essa habilidade de atuar na frente, então independentemente da posição, vou ter quer batalhar muito para jogar. Não tem cadeira cativa. O Diego fez um grande Campeonato Paulista – o marco foi o dérbi – e ficamos felizes por ele estar bem, mas a temporada é longa e é preciso estar com o grupo forte. Quando menos esperar a oportunidade pode cair no nosso colo e temos que estar preparados”, afirma.

Sobre o primeiro duelo do Brasileiro Série B, nessa segunda-feira (29), contra o Coritiba, fora de casa, Giovanni observa que a equipe pode voltar com um bom resultado. “Não podemos ficar sem pontuar. É muito importante botar isso na cabeça, porque cada ponto é válido e ano passado foi prova disso. A Ponte ficou de fora do G4 por detalhes e temos condições de vencer fora de casa. O futebol brasileiro não está como antigamente, em que os mandantes tinham soberania. Se tivermos uma boa ideia de jogo e focados, temos chances de vencer”, comenta o atleta, que destaca a força da camisa alvinegra na luta pelo acesso.

“A responsabilidade é enorme. Se espera muito da Ponte na Série B. Uma equipe de tradição, que merece estar na Série A. Não temos que remoer as eliminações que tivemos, foi um momento ruim da equipe, e temos que mostrar na temporada, que estamos prontos para o objetivo do ano. Sabemos do peso da camisa da Ponte e temos que mostrar nosso valor, para fazer uma grande Série B”, completa.

 


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