Ponte enfrenta Bahia nesse domingo (5) em Salvador, na busca de sequencia positiva nesse final de Brasileirão e técnico Eduardo Baptista destaca força do elenco para duelo

Publicado em: 05/11/2017


 

Foto: PontePress/FábioLeoni

Após vencer o Corinthians na rodada passada, no Moisés Lucarelli, a Ponte tem mais um desafio nesse domingo (5) pelo Campeonato Brasileiro, desta vez fora de casa. A Macaca enfrenta o Bahia, na Arena Fonte Nova, em Salvador/BA, às 17 horas (18 horas – horário de Brasília, pois não há horário de verão no estado). A equipe entra motivada, ainda mais depois de uma importante vitória contra o rival paulista, e após uma semana cheia para treinamentos.  

 

Apesar do bom resultado, a situação da Macaca na tabela ainda preocupa e todo ponto é fundamental nessa reta final de Brasileirão. A briga para escapar da zona de rebaixamento é acirrada, e o adversário da equipe da rodada também corre riscos, o que torna o duelo ainda mais relevante. Enquanto a Ponte está na 17ª posição, com 35 pontos, o Bahia ocupa a 13ª colocação, com 39 pontos na classificação da competição. “A equipe como um todo do Bahia é forte. Tem dois laterais muito ofensivos, um meio de campo forte, atacantes com habilidade e velozes. É um time que temos que ter atenção”, avalia Eduardo Baptista.

 

Para o duelo dessa tarde, o técnico terá que fazer mudanças no time, em relação ao que enfrentou o Corinthians. Isso porque Danilo, Naldo e Emerson Sheik, e Wendel foi vetado pelo Departamento Médico, por conta de dores musculares. O técnico comenta sobre o que projeta da equipe. “Procuramos na semana, soluções. Não gosto de falar que a equipe vai desfalcada para Salvador. É um grupo, e temos trabalhado com a mesma atenção com todos, e até mais para quem não joga. Sempre passamos os pontos táticos, fortalecendo e fizemos isso nessa semana. Escolhemos os que melhor responderam e montamos uma equipe forte para enfrentar o Bahia”, explica o comandante.

 

Eduardo Baptista também comenta sobre jogar fora de casa, em um provável estádio lotado pela torcida adversária. “Eu gosto de jogar com o estádio cheio. Com o estádio vazio a sensação é muito ruim. São jogos decisivos, e como a Ponte faz suas promoções e lota o Moisés, o adversário faz a mesma coisa. Como falo aos atletas, pode ter 40 ou 50 mil pessoas, mas dentro de campo é onze contra onze. É focar alí dentro, sabemos o que temos que fazer, procuramos escalar jogadores experientes para esse momento. Em cada setor do campo tem um atleta experiente, para suportar”, revela o técnico, que acrescenta.

 

“Sabemos que nessa reta final, são estádios cheios, com pressão, também em cima de arbitragem e ter atletas com bagagem maior ajuda os mais jovens. Vejo o estádio lotado como incentivo. É uma bela arena, contra um belo time, que tem um futebol interessante que o Carpegianni tenta apresentar. É só um fator que ajuda o espetáculo, e que a Ponte tire proveito disso”, completa.  E quem não estiver na Arena Fonte Nova, tem como opção assistir ao jogo pelo Premiere, além de ouvir no rádio (FM 99,1, AM 870 ou 1170) ou ainda pelas webradios Alberto César, Futebol Interior, Macacada Reunida ou PonteNews.


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