Não é fácil ser gorila: mídia mostra vida de mascote da Ponte

 
 
 
Não é fácil trabalhar como mascote de clube de futebol. A roupa é pesada e fica ainda mais quando chove, e esquenta muito nos dias de calor. Mas aqueles que se dispõem a animar os torcedores passam por cima de tudo isso. A Revista Placar deste mês procurou mostrar quem são as pessoas que ficam atrás da fantasia das mascotes dos principais clubes do país e a vida dura do gorila da Ponte Preta não poderia ficar de fora.
 
 
Joílson Lopes Santos, 29 anos, é um dos animadores que se reveza na pele do gorilão e teve a identidade revelada na matéria da Placar. O auxiliar de almoxarifado trabalha como mascote desde 2010 e contou que tem que ter inclusive muita força física pra isso: só a cabeça do traje pesa entre 6kg e 7kg, um peso que ele carrega com prazer quando e entra em campo para fazer a festa com os torcedores, em especial a garotada.
 
 
Além dele, Paulo Alexandre da Costa também faz essa função em dias de jogos. Ao todo, quem assume o papel de mascote fica 45 minutos fantasiados (meia hora no pré-jogo e mais 15 minutos no intervalo da partida). “Entre todos os times, sou a única mascote que se alinha junto aos jogadores para o hino nacional e depois cumprimenta todos os juízes e jogadores adversários” , afirma, com orgulho, o gorila Joílson.
 
 
(crédito obrigatório para reprodução da foto: AlexandreBatibugli)
 

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