Maior diretor de futebol da Ponte Preta: Peri Chaib tem o nome eternizado no Majestoso

Fotos:PontePress/DiegoAlmeida

 

Responsável pelos esquadrões alvinegros de 1969, 1977, 1979, 1981 e pela conquista de diversos grandes feitos para a Ponte Preta, Pedro Antônio “Peri” Chaib, um dos maiores ídolos que a Macaca já teve fora das quatro linhas, teve seu nome eternizado no Majestoso na tarde desta sexta-feira (28). O presidente Marco Antônio Eberlin descerrou, numa cerimônia que marcou a entrega do novo visual do vestiário principal, uma placa dando o nome do ex-dirigente ao Departamento de Futebol Profissional, acompanhada dos – adequados – dizeres “Homenagem ao maior diretor de Futebol da Associação Atlética Ponte Preta”.

A cerimônia contou com a presença de atuais integrantes da Diretoria Executiva, conselheiros e amigos.  “Já havia passado muito da hora de prestar uma homenagem ao Peri, que foi o meu professor. Tudo que eu aprendi na bola foi com ele, é o melhor que eu já vi. Campinas dificilmente terá outro e se eu conseguir ser o segundo já ficarei muito feliz:  aprendi demais com o Peri e aprendi o quanto Peri ama a Ponte Preta. E é difícil encontrar pessoas que amam a Ponte Preta como ele”, disse Eberlin durante a realização da cerimônia.

 

 

Ele acrescentou: “Peri já foi tudo: secretário, jogador, do departamento jurídico, diretor de futebol, vice-presidente e presidente do conselho, presidente da Ponte Preta. Mas acredito que como diretor de futebol, Peri é imbatível. Temos que agradecer demais tudo que ele já fez. A Ponte Preta deve em demasia para ele, se eu pudesse colocaria um busto ao lado do Moisés Lucarelli. Hoje foi apenas uma pequena homenagem.”

Emocionado, Peri Chaib falou um pouco da própria história e paixão, começando pela conquista do título da divisão especial do Campeonato de 1969 “Ali comecei a minha trajetória como diretor do profissional e tinha certeza que iriamos subir. Tinha a plena convicção porque estava em minha mente e a Ponte subiu. Depois, em 1977, melhor time da história da Ponte.  Depois, em 1981, o amador foi campeão da Taça São Paulo. Ganhamos de novo 82. Tudo foi fruto de um trabalho que nós fazíamos. Eu e uma equipe de pontepretanos. Nunca imaginei, nunca pensei em homenagem na Ponte Preta. Sempre dei o meu melhor e vou continuar: estarei sempre junto com vocês e com a Ponte Preta. Daqui para frente a Ponte Preta é dos pontepretanos. Ela é nossa”, bradou.

 

Para o jornalista Zaiman de Brito Franco, ex-secretário na gestão Peri e amigo pessoal dele, a nova distinção do Majestoso simboliza a volta das raízes da instituição. “O Peri é lendário, uma figura histórica e carismática da Ponte Preta. A Ponte deve muito ao Peri, muito, e o Peri não deve nada a Ponte. O Peri teve a vida dedicada a Ponte. E, agora, a diretoria relembra todo o passado. A verdade é a seguinte: quem sabe do passado, sabe do futuro”, finalizou.

 

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