Ponte entra com representação contra arbitragem e quer veto ao juiz Leonardo Cavaleiro para partidas da Macaca

Dois pênaltis claros e legítimos a favor da Ponte Preta e um gol legítimo  de Maycon não-assinalados. Com pelo menos estes três erros crassos, o árbitro carioca Leonardo Cavaleiro influenciou diretamente no resultado de Ponte Preta 2 x 2 Internacional neste domingo (24). Por esta razão, o Departamento Jurídico da Ponte Preta entra nesta segunda-feira (25) com uma representação na Confederação Brasileira de Futebol (CBF) contra o juiz.

“Se depender da Ponte Preta esse árbitro não apita mais nossos jogos. Ficou claro pra quem esteve no Majestoso e confirmado pelas imagens da TV mostradas e repetidas por inúmeros canais. Nada vai mudar o resultado do jogo e nem estamos buscando justificativas para o empate, mas entendemos que o árbitro errou e tem de ser punido por suas falhas, que  influenciaram diretamente no resultado”, diz Giuliano Guerreiro, diretor jurídico da Macaca.

O sentimento de todo o time é de indignação – conforme relatado pela Comissão Técnica, os atletas e o treinador alvinegros estavam revoltados nos vestiários, criticando o que entenderam ser uma atuação da arbitragem que prejudicou o time de maneira vergonhosa. “Em nenhum momento vamos julgar a idoneidade do profissional, o senhor Leonardo Garcia, mas um juiz que deixar de dar dois pênaltis claros, deixar de dar um gol legal em que a bola entrou e tinha dado seguimento ao lance em que Fernando Bob deveria ter sido expulso e que só foi por intervenção do bandeira não nos parece ter as mínimas condições para estar trabalhando em uma partida da série A, para dizer o mínimo”, pontua.

O gerente de futebol Gustavo Bueno ressalta que o sentimento dos atletas pontepretanos é de indignação total. “Você faz o trabalho ao longo da semana, a torcida vem, apoia a equipe que foi tecnicamente superior ao adversário, aí a situação desastrosa do árbitro, que estava perto dos lances, e não marca nada. No intervalo os atletas tentaram falar com ele e ele virou as costas”, pontua.

Bueno acrescenta que o clima de revolta é total. “Os jogadores estão revoltados, o técnico revoltado. Dificilmente a Ponte vem reclamar de arbitragem. Mas tem hora que extrapola e neste jogo com certeza extrapolou. O árbitro amarrou o jogo, invertia faltas e parava as jogadas, e, não bastasse isso, teve três erros capitais que mudaram a história do jogo.”
 

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