Lucca convida a torcida para “fazer o L” domingo: “Darei meu melhor para vê-los felizes no Moisés”

Foto: Raul Ramos/Ag. Paulistão

 

Artilheiro do Paulista, autor de quatro dos seis gols antados pela Macaca até aqui na competição e com dois troféus de melhor jogador em campo dados pela Federação Paulista de Futebol em cinco jogos. Dizer que o atacante Lucca vive um bom momento na Ponte é relatar o óbvio. Mas o camisa 9 quer um momento ainda melhor e, para isso, acredita numa parceria fundamental: a torcida alvinegra.

“Tive a felicidade de jogar com o Moisés Lucarelli lotado na minha primeira passagem e a torcida é muito importante para gente, nos incentivando, cantando, dando energia. A gente fazer o que gosta já nos motiva, mas com o torcedor no estádio é totalmente diferente, muito melhor. Então espero que a torcida venha, para que possamos ter grande vitória nesta próxima partida em casa”, diz o atleta, se referindo ao jogo contra o São Paulo Às 18h30 deste domingo.

Ele acrescenta que fará de tudo para “fazer o L” – a comemoração típica do jogador quando balança as redes – junto com a torcida neste confronto.  “Desde a minha chegada, a galera me abraçou , veio junto. Só tenho que agradecer e continuar a fazer meu melhor para vê-los felizes na arquibancada. Isso é bom pra todo mundo, o torcedor no Estádio é muito importante pra nós”, destaca.

Sobre os gols que anotou (e os muitos mais que pretende deixar nas redes adversárias), Lucca enfatiza que o mais importante é a vitória, independente de quais pés a bola saia. “É  importante estar sempre marcando, a gente que joga na frente quer isso. Mas os gols acontecerem é algo que tem de estar na frente de qualquer vaidade: a Ponte Preta tem que vencer, isso é o mais importante. Os gols são importantes para mim individualmente, mas a instituição está acima de tudo”, pontua.

Mais ainda, o camisa 9 faz questão de refutar a pecha de “Luccadependência” que algumas mídias imputam ao elenco:  “Se o Pedro não passa a bola e não sofre o pênalti, eu não faço o gol. Se o Fessin não passa, eu não faço o gol. Se Ygor não faz várias defesas, a gente perde. E por aí vai. É uma resposta meio clichê, mas nem por isso menos verdadeira: futebol é esporte de grupo, precisamos de todos para fazer uma vitória, todos ganhamos uma partida.”

Neste sentido, ele também discorre sobre a importância de o grupo estar sempre concentrado e com atitude em campo.  “É um campeonato duro, curto, sem descanso. Temos que estar muito ligados, dificilmente tem um jogo controlado. É todos os dias viver isso e entrar em campo firme e forte. O que aconteceu com o São Bernardo, por exemplo, nos trouxe dias complicados, de muita pressão, mas soubemos lidar com isso, nos cobramos e tivemos uma postura diferente e fundamental contra a Ferroviária. Dizer que nunca mais algo como aquela derrota no ABC vai acontecer é  impossível, mas temos que trabalha pra evitar isso,  manter as boas performances e tentar evoluir”, avalia.

Lucca termina falando da felicidade que sente em vestir a camisa alvinegra. “Tenho uma identificação muito grande com a Ponte Preta.  Apesar de ter passado por apenas um ano aqui da outra vez, foi um ano intenso, ficou marcardo para mim. Então gosto de estar aqui e vestir essa camisa, é bom estar em um lugar onde você se sente bem, isso  pode fazer a diferença”, conclui.

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