Lateral Guilherme Santos promete usar a experiência internacional para vencer pela Macaca

Foto:PontePress/DiegoAlmeida

 

Experiência é algo que não falta para o lateral esquerdo Guilherme Campos, que estreará com a camisa pontepretana neste ano de 2022 e promete colocar toda a sabedoria adquirida no Brasil e no exterior para fazer bonito na Macaca. “Saí muito cedo pra Europa, aos 17 anos já fui transferido pro Almería da Espanha e fiquei três temporadas jogando a primeira divisão do Campeonato Espanhol. Atuei no Japão, uma liga mais dura e que exige intensidade, no Chipre também é muito difícil, com muita marcação, e diversos outros times e países. Joguei em  lugares e ligas importantes, e essa experiência que me ajuda muito na disciplina tática”, diz.

Ele completa: “Sofri um pouco na minha chegada lá fora, mas tudo o que aprendi me ajuda hoje nos meu conteúdos e recursos dentro de campo. Essas experiências me ajudam a ter uma evolução melhor, claro que a gente sempre cresce, erra, aprende, mas acho que isso tudo me deu conhecimento para fazer o que os técnicos pedem e os torcedores querem.”

Mesmo com todo esse know how, porém, Guilherme Santos confessa que sente um friozinho na barriga para estrear pela Ponte Preta. “É que sou um cara que me cobro muito. Às vezes minha esposa as vezes fala  que parece que eu não joguei em tanto lugar, não entrei no Camp Nou com 80 mil pessoas pra enfrentar o Real Madrid ou estive no jogo do milésimo gol do Romário, porque em um time novo eu pareço um menino, fico nervoso. Mas é que me dedico muito, quero sempre estar bem, forte, competitivo  para ajudar meus companheiros, ser  aquele cara importante dentro do elenco quando estiver jogando, agregar muito. E com isso o novo te gera um pouco de insegurança, mas por outro lado é uma carta em branco pra escrever nova história”, filosofa.

Guilherme Santos relembra um pouco sobre a temporada dele em 2021, ano que considera importante na carreira. “Joguei 80% do campeonato com o Botafogo, quando sai o time já estava no G4, no segundo lugar. Deixei o time porque recebi um convite do Juventude , para a série A, e fui fazer parte do projeto. Lá tive uma lesãozinha que atrapalhou, mas nos momentos dentro de campo pude contribuir muito . Foi uma temporada em que não joguei tanto quanto de costume, então não foi um ano tão glorioso apesar do acesso do Botafogo e da permanência do Juventude, mas foi certamente diferenciado por ter sido um ano de muito aprendizado”, afirma.

O atleta conta que treinou inclusive em dezembro e vem fazendo uma boa temporada para começar bem o ano, pronto se Gilson Kleina precisar dele. E finaliza mandando um recado para a torcida. “Sou um atleta muito dedicado, e já tive meu momento mais louco, mas neste aspecto mudei muito, hoje sou mais família, sou cristão… mas dentro de campo sou a fera. Nunca vai faltar determinação, garra pra defender as cores da Ponte, a torcida e meus companheiros. E vou estar sempre somando e agregando, dentro ou fora de campo, sem  nunca abaixar a cabeça”, destaca,

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