Elenco passa por exames e período sem jogos faz Juninho, preparador físico da Ponte, intensificar trabalho com atletas; perspectiva é que equipe esteja mais bem preparada para o Brasileiro do que no Paulista

 

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PontePress/GuilhermeDorigatti

Divididos em grupos, os jogadores do elenco pontepretano passam  na manha e tarde desta segunda e da terça, por uma bateria de exames para aferição de velocidade, resistência e outras características fundamentais para terem melhor aproveitamento em campo. A Ponte Preta só estreia no Campeonato Brasileiro no dia 18 de abril, contra o Icasa, e com isso o preparador físico Juninho está tendo um tempo importante para trabalhar com os atletas, visando a uma melhor preparação rumo ao acesso à Série A do nacional.

“Estas três semanas não chegam a ser uma Intertemporada, porque o campeonato já está próximo. Mas temos mais tempo, os jogadores estão mais descansados e podemos trabalhar um pouco mais forte. Não queremos deixar cair o nível competitivo, até por isso estamos marcando jogos-treinos e aproveitando para trabalhar um pouco mais a intensidade”, explica o preparador físico, que vê o time em condições de se preparar melhor nesse período do ano, do que no início de 2014.

“Para o Campeonato Paulista nós vamos preparando mais no decorrer da competição. E tivemos problemas esse ano, pois vários jogadores chegaram com o Paulistão rolando. E agora é um período que temos para deixar no mesmo nível estes jogadores. Essas três semanas vão facilitar e fazer com que possamos mexer um pouco mais com a parte física, porque normalmente ficamos refém dos jogos e assim vai dar para mexer da maneira correta”, afirma Juninho.

Ele também diz que gosta desse tempo para realizar suas atividades com os jogadores. Segundo Juninho, já houve esse momento de pausa entre campeonatos em outros clubes e foi muito positivo.

“Eu gosto muito dessa parada. Já trabalhei em outros clubes, na época do América Mineiro e no Mogi Mirim, em que tínhamos um tempo maior para a preparação. E aí realmente interferimos de uma maneira mais ampla no jogador. Mais tempo facilita a organização e ajuda a elevar as valências físicas dos jogadores”, acredita Juninho, que também mostra o quanto entende os atletas e procura puxar o jogador a gostar de trabalhos físicos.

“A primeira coisa é conscientização. Nós explicamos, falamos e temos que deixar o treino de uma forma que o jogador queira fazer. Os meus trabalhos geralmente são mais curtos, em formas de circuito, sempre que dá para por bola nós fazemos alguns jogos e o pessoal trabalhar fazendo o que gosta, mas dentro disso nós avaliamos o nível de frequência cardíaca, e outras situações em que nós conseguimos o objetivo e o atleta gosta de fazer”, completa.

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