Fora do campeonato em virtude do tornozelo quebrado, João Paulo ressalta: não quero dó nem pena, quero que corram por mim e que conquistemos o acesso

 

Crédito obrigatório para reprodução da imagem: PontePress/DJota Carvalho

 

Otimismo e atitude de sobra.  Assim é o lateral João Paulo, que teve o tornozelo esquerdo quebrado na vitória da Ponte contra o Boa (na última rodada, em um dos últimos lances da partida), e não irá jogar mais com a camisa da Macaca neste ano. O tratamento levará de seis a oito semanas, fora o período de readaptação nos treinos, mas o jogador não se esmorece. Pelo contrário.

 “Não quero dó nem pena, quero todo mundo sorrindo, mas que corram mais por mim, pelo Sacoman, por quem estiver em campo. A lesão é página virada, meu foco agora é na recuperação e no acesso do time, pois merecemos estar na série A e vamos com tudo”, diz o camisa 6.

O atleta revela que ficou aliviado pelo fato de o tratamento ser convencional e dispensar a cirurgia, e ressalta que não houve maldade do atleta adversário no lance. “Foi uma fatalidade, infelizmente aconteceu e foi comigo, mas bola pra frente. Me tranquiliza muito não precisar da cirurgia, quando o médico me deu esta notícia me alegrou bastante, pois nunca passei por um procedimento destes, embora já tenha fraturado o pé direito.”

Neste primeiro mês, João passará por muito descanso e manterá o pé esquerdo para cima, o que é necessário não para que o tornozelo desinche só para que a calcificação ocorra sem maiores problemas. “Só no mês que vem começo a colocar o pé no chão. Agora é muita fisioterapia e repouso”, diz.

Ele reforça que não quer tristeza por causa do episódio e acredita em voltar mais forte ainda. “Acho que esses obstáculos aparecem para gente se superar. Demorei um pouquinho pra voltar a atuar pela Ponte e quando engrenei e estava bem aconteceu isso, mas encaro como oportunidade para voltar melhor ainda. A Ponte tem um elenco forte e quem entra corresponde, isso é o mais importante”, diz.

João Paulo finaliza contando que seu contrato com a Macaca acaba em novembro, mas será renovado no que depender dele. “Minha vontade é de ficar, me sinto muito bem aqui, é a minha casa, mas vamos conversar com calma. O que posso adiantar é que o que eu puder fazer para permanecer na Ponte eu farei”, garante.

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