Jadson agradece oportunidade entre os titulares e ressalta seriedade no trabalho, para busca do título no Paulistão

 

Foto: PontePress/FábioLeoni

A equipe da Ponte Preta segue com os treinamentos que antecedem a final contra o Corinthians, nesse domingo (30) e o meio-campista Jadson avalia de forma positiva o desenvolvimento do grupo. “Estamos trabalhando de forma tranquila, serena e com o nosso objetivo em mente, de fazer história na Ponte. Eu acho que desde o Santos nós estamos tendo um bom rendimento. Estamos trabalhando bem e mantendo a mesma linha até o último jogo”, explica o atleta, que comemora as chances que tem tido nessa reta final de competição.

 

“Nós jogadores sempre lutamos por oportunidades e graças a Deus tive essa oportunidade com o Kleina. Trabalhei bastante para que ela viesse”, afirma o atleta, que tem vestido a camisa 10 alvinegra. “Embora seja um número bastante tradicional, eu não procuro focar nisso. Meu foco é ajudar o grupo independente se eu jogo com a camisa 10 ou com a 20. Para mim vai dar na mesma. Meu foco é em trabalhar”, enfatiza Jadson, que acrescenta sobre sua evolução física. “A alimentação é muito importante para o atleta de alto nível. Tenho ganhado massa muscular, peso, graças ao trabalho da fisiologia e da Márcia (nutricionista), e também da minha mãe, que em casa ajuda bastante”.

 

Sobre a grande final, Jadson vai encontrar um homônimo na equipe adversária e espera sair vitorioso. “Estamos trabalhando bastante para que o Jadson da Ponte Preta seja campeão. Mas isso não vai depender só de mim ou dele, mas sim de todo o elenco e do que vem nestes 180 minutos”, diz o jogador, que acredita na força do Majestoso para fazer um bom resultado.

 

“Na verdade quem quer ser campeão, em qualquer campeonato do mundo, não pode escolher muito o que fazer. Temos que jogar com o que temos. Se podemos atuar o primeiro jogo em casa, vamos procurar fazer o nosso melhor e depois fazer outra estratégia fora. Atuar em casa tem sido importante, porque a torcida tem nos embalado e tem sido intensa. Temos que fazer o nosso melhor sempre”, reforça.

 

O atleta também conta como procura para conter a ansiedade da final. “Procuro me manter equilibrado e na minha opinião, ganha quem estiver melhor mentalmente, taticamente e deixo a euforia, e tudo que vem extracampo, para os torcedores. É natural que a torcida esteja ansiosa e confiante. Posso dizer pelos meus vizinhos, que estão todos eufóricos e confiantes. Acho que esse é o caminho. A torcida é que nos impulsiona”, completa.

 

 

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