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Histórica campanha do acesso ao Brasileirão, em 1997, completa 26 anos nesta quinta-feira (7)

Uma das campanhas mais emblemáticas da história recente da Ponte Preta completou, nesta quinta-feira (7), 26 anos. Foi na manhã do dia 7 de dezembro de 1997, com mais de 20 mil torcedores no estádio, que a Macaca conquistou o acesso à série A do Campeonato Brasileiro após 11 anos jogando a segunda divisão.

O jogo do acesso foi no Majestoso, diante do Náutico, que terminou com empate em 1 a 1. Os gols foram marcados por Claudinho, da Ponte, e Chapecó, do Timbu.

A campanha marcava o início da trajetória do atual presidente Marco Antonio Eberlin como dirigente. Aos 32 anos, Eberlin assumiu como diretor de futebol com a equipe sob risco de rebaixamento à Série A3 do Paulista. Em campanha de recuperação que poucos acreditavam, conseguiu evitar o pior e manteve a Ponte na A-2, de onde sairia dois anos depois, com o acesso em 1999.

Eberlin reformulou o time para o Brasileiro e logo na primeira partida, derrotou o Goiatuba, fora de casa, por 1 a 0 com gol do lateral-direito Jorge Luís. A campanha no nacional teve 23 partidas, com 13 vitórias conquistadas, sete empates e apenas três derrotas. Um trabalho minucioso e competente do jovem dirigente.

A Macaca subiu junto com o América Mineiro, que foi o campeão, mas não conseguiu superar a Macaca nas duas vezes em que encontraram. Houve empate em Minas Gerais, por 1 a 1 e vitória pontepretana em Campinas, por 1 a 0. Curiosamente, os gols alvinegros foram de Jorge Luís.

O time-base era formado por Ricardo Gomes, Jorge Luís, Marcelo Sousa, Renato Carioca e Serginho; Ezequiel, Fabinho, Grizzo e Marcelo Borges; Vander e Claudinho. Outros atletas que tiveram participações constantes na competição foram Fabiano, Dionísio, Sérgio Araújo, Régis Pitbull, Marcelo Sergipano, entre outros.

O time começou sob o comando de Antônio Augusto Pardal e terminou com José Macia (Pepe). O jovem Cristiano Nunes fazia sua primeira temporada como preparador físico, enquanto Mococa era o treinador de goleiros.

Marcus Vinícius atuava como massagista e André Paraíso Forti, ainda no clube hoje, era o médico. O doutor Danilo Glauco Villagelin era o diretor médico e Sergio Carnielli era o presidente da Macaca. Marco Eberlin comandava os departamentos de futebol profissional e amador.

 

Imagens: Redes Sociais e arquivo PontePress
Texto: Paulo Santana
Fonte: PontePress

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