Hélio se diz feliz com vitória, mas destaca: “Comemoração acabou, agora é focar no jogo de quarta”

Foto: PontePress/ÁlvaroJr

 

Conquistar a primeira vitória na série B em casa e diante da torcida (após um jejum de dez partidas sem vencer), saltar diversas posições na tabela e com um futebol convincente e respaldado por números – apenas para se ter uma ideia, a  Macaca teve mais do que o dobro de finalizações do que o CRB e foram nove escanteios contra dois. Tudo isso dá razão de sobra para comemorar e o técnico Hélio dos Anjos diz que está, sim, muito satisfeito com os resultados. Porém, afirma, isso já é passado.

“Quarta-feira tem outro jogo e temos que estar preparados. Ficamos, sim, muito felizes com o resultado, mas não temos que comemorar mais e, sim, pensar no Vasco, que tem objetivos e problemas como nós temos. Nosso grupo sempre trabalhou e acreditou que vitórias viriam e vamos sempre trabalhar, porque dificuldades vão aparecer, como vai ser esse jogo contra o Vasco longe de casa”, diz Hélio, que comanda nesta segunda o primeiro treinamento da semana (a equipe deve viajar para o Rio de Janeiro na terça-feira, após o treinamento da manhã).

Sobre a vitória contra o CRB, o treinador faz questão de registrar um agradecimento à torcida presente no Majestoso. “Enfrentamos um grande adversário, que veio de cinco jogos decisivos, e quando uma equipe decide muito ela encorpa. Então o CRB chegou inteiro, muito forte, mas fomos mais fortes e parte desta força veio dos nossos torcedores. Depois de tanto tempo sem ganhar, essa foi também uma vitória da torcida, que nos deu energia o tempo inteiro, mas principalmente nos últimos 15 minutos jogou com a gente”, afirma.

Questionado sobre o desempenho do meio campo da equipe, que chamou a atenção com Felipe Amaral, Ramon e Léo Naldi, o treinador faz considerações. “Sou partidário e gosto de jogar com marcação adiantada, nos últimos três anos joguei assim com times que comandei, mas pra isso time tem que estar preparado fisicamente.  Com essa a trinca de volantes, os três atacantes e laterais mais agressivos, a gente consegue atuar desta forma. Temos jogadores de meio que saem, como o Naldi e o Ramon, um canhoto muito hábil, técnico e agressivo. E o  menino Amaral, que é impressionante.  E por trás da trinca, atletas muito experientes, que flutuam conforme a necessidade”, analisa.

Ele complementa falando especificamente do jovem Amaral: “Ele tem apenas 18 anos e uma facilidade e tranquilidade impressionantes, é um jovem com uma cabeça muito boa.  Para mim, o Amaral nasceu pra jogar bola. Está maturando ainda, mas é bom na bola defensiva e ofensiva. Precisamos ressaltar que é um menino, tem ainda pouco treino e está recebendo muitas informações, então pode vir a oscilar, mas estou muito feliz com o que tem apresentado.”

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