Hélio dos Anjos vê jogo difícil contra o Londrina, mas quer vitória para encostar nos dez primeiros

Foto:PontePress/DiegoAlmeida

Após a conquista da primeira vitória fora de casa, que fez com que a Macaca deixasse o Z4 e ganhasse seis posições na tabela, o técnico Hélio dos Anjos comemorou a entrega do time, porém na tarde de hoje já treinou a equipe de olho no confronto contra o Londrina, no sábado. O treinador quer emendar a segunda vitória consecutiva, para chegar mais perto da parte de cima da tabela ou até mesmo entrar nela – a equipe alvinegra está na 13ª posição com 12 pontos, a um ponto das equipes que ocupam no momento da oitava à 11ª colocação

“Temos um jogo dificílimo pela frente, o Londrina está equilibrado, tem uma dupla de ataque muito interessante, mas se a gente ganhar já vai para aquele bloco do outro campeonato. Neste momento, estamos disputando um campeonato, e Vasco e Cruzeiro estão disputando outro. Se ganhar, como eu espero, a gente encosta nos dez primeiros. Eu não vim para a Ponte, e nem os jogadores vieram, para disputar o bloco de baixo”, pontua o comandante pontepretano.

Sobre o resultado conquistado na noite de terça em Itu, Hélio dos Anjos faz uma avaliação positiva. “É uma vitória que traz alívio a todos nós: ao clube, aos torcedores, aos jogadores. Eu sempre falei para eles treinarem, trabalharem, que o resultado chegaria. Eles se esforçam muito e ontem tivemos um time equilibrado”, diz.

O treinador destaca que a Ponte enfrentou um adversário com modelo de jogo definido desde a Série C do ano passado e que sabia que a dificuldade seria muita na bola na área e cruzamentos laterais. “ Você não finaliza uma série de cinco jogos sem vencer sem que haja sofrimento. Então sabíamos que íamos sofrer, mas sofremos dentro da normalidade, soubemos controlar o jogo”, analisa.

O treinador enfatiza que a vitória foi coletiva, mas faz alguns destaques, entre os quais a dupla Fessin e Lucca. O meia teve um ótimo desempenho na partida e foi fundamental nos dois gols  – sofreu o pênalti convertido por Lucca para abrir o placar e deu assistência no segundo gol.  “Durante a preparação, conversando com a comissão técnica, falei que Fessin no momento era o jogador com o melhor nível técnico do elenco. Tem mobilidade e entrou bem em todos os jogos. Apostamos e ele ofereceu condição para nós vencermos”, conta.

Jpa sobre Lucca, que chegou a cinco na Série B e virou o artilheiro do torneio, Hélio garante que não se preocupa com o que a mídia chama de “Luccadependência”: “Se nós dependemos do Lucca para fazer gols, as pessoas têm que entender que os jogadores dão um suporte para ele taticamente. Não posso exigir dele intensidade na marcação de saída de bola, bater nos dois zagueiros dos dois lados. Nada disso, tem que ter apoio. E ele tem que ser decisivo, sim, porque desde que veio para cá a esperança de todos era de um Lucca decisivo, como tem sido. Tomara que continue assim. Não tem problema ele fazer todos os gols da Ponte. Que faça, e que nós vençamos.”

Hélio tambpem elogia o zagueiro Fábio Sanches, que foi fundamental no jogo, e termina falando dos atletas que saíram do banco. “De certa forma, quem consolidou o placar no segundo tempo foi quem entrou. Tínhamos dificuldades num setor em que você não pode perder, mas a entrada do Moisés controlando o jogo, o Wallisson encaixando ali e a dobradinha do Bernardo com o Formiga na direita nos deram a sustentação necessária”, conclui.

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