Guto Ferreira quer concentração e grande jogo contra o Internacional neste domingo

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PontePress/DJotaCarvalho

O técnico Guto Ferreira comandou o último treinamento da Macaca na manhã deste sábado e está pronto para enfrentar o Internacional-RS na tarde de amanhã (26). O treinador tem expectativa de entrar bem em campo e, para isso, exige maior concentração de seus atletas e até optou por fechar a maior parte do treinamento de sexta-feira.

“O portão fechado não é para esconder o treino, tanto que permitimos a captação de imagens pela imprensa em parte da atividade, e sim para maior concentração dos jogadores. O foco do time tem caído um pouco nos jogos, então às vezes você tem que ter um ambiente mais privado, pra  chamar a atenção de uma forma mais dura e trazer de volta essa concentração. O treino fechado permite um ambiente um pouco mais focado”, pontua.

Porém, se a visão da imprensa não foi impedida, não antecipar escalação continua sendo uma prerrogativa de Guto. O treinador explica porque faz questão de manter o “segredo” em relação a quem entra em campo. “Primeiro porque segredo não se conta. Isso faz diferença, é um jogo, e se você sabe que peças o outro tem com antecedência, pode estruturar melhor seu time contra ele. Eu, por exemplo, não sei com quem o Inter vem e uma ou duas peças em campo podem mudar totalmente a característica  do adversário, fazendo que de um jeito tenha mais velocidade, mais força,  jogo de contato. Então é bom que eles não saibam também quem eu vou colocar em campo, neste caso quanto menos informação divulgada pra eles melhor.”

O que é público, contudo, é que Guto não poderá contar com o volante Josimar, que vem em uma crescente de boas apresentações –  o jogador pertence ao Inter e não poderá atuar contra, até pelo contrato de empréstimo ser anterior às novas regras da FIFA que hoje impedem esse tipo de situação na maioria dos casos. “O Josimar é uma perda importante, mas já vencemos sem ele, como no caso do Atlético Paranaense.  Então é confiar que quem vai entrar possa atuar no seu melhor e fazer um grande jogo, porque se fizermos um grande jogo a tendência é conseguirmos o resultado positivo que queremos.

O comandante pontepretano também discorre um pouco sobre o fato de nas últimas partidas a equipe ter tido um segundo tempo melhor e um primeiro tempo mais acanhado. “Isso ocorre porque os adversários têm vindo com intensidade forte na etapa inicial, bloqueando nossas ações com dureza, e isso gera um desgaste deles, por isso no segundo tempo temos mais força, e nosso jogo flui um pouco mais, aumenta nível de confiança e a gente consegue crescer na partida. O que precisamos é reverter este quadro e transformar em gols e vitórias.”

O comandante finaliza afirmando que é preciso dar mérito à Macaca pelo que foi feito até agora, bem como pelo que foi mostrado em campo na última partida, contra o Coritiba, quando o time venceu por 2 a 1 no tempo normal. “Temos que valorizar o trabalho e a equipe, nosso momento não é ruim, apesar de a tabela não estar boa como queríamos, a equipe continua lutando e não pode abaixar a cabeça e aceitar, temos que lutar e podemos vencer neste domingo, mesmo enfrentando um adversário com investimento dez vezes maior que a Ponte, até porque estamos em nosso campo e o Majestoso pode fazer a diferença”, conclui.

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