Guto Ferreira comemora mais uma vitória da Ponte e valoriza trabalho da direção alvinegra na formação do elenco

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PontePress/FábioLeoni

A Ponte Preta conquistou mais uma vitória no Campeonato Paulista e o clima de otimismo predomina após o bom resultado conquistado ontem. O técnico Guto Ferreira, que volta a comandar a equipe em treinamento na tarde de terça (hoje é dia de folga pra o grupo), ficou satisfeito com a vitória da Macaca por 2 a 0 diante do São Bernardo e valoriza o trabalho da diretoria na formação do elenco atual – que lhe trouxe opções para posições do time, como o atacante Wellington, que estreou marcando o gol que consolidou a vitória contra o Bernô.

“Não é o trabalho só meu. Em um momento desses, quando a gente começa a ter as opções, agradecemos a um cara que foi muito criticado na hora das contratações, que o foi o Gustavo Bueno. Ele e toda a direção brigaram para montar um plantel forte e nós fazemos nossa parte dentro de campo. Tem vários problemas que vão surgindo no dia a dia. O Paulinho, por exemplo, ficou quase 15 dias fora na pré-temporada com problema estomacal. Alguns jogadores que chegaram em uma situação física mais abaixo e que hoje estão nivelando. O Roni já está praticamente igualado com os demais. O Tiago Alves fez uma partida tranqüila… Quanto mais opção de qualidade, melhor, e eles são conscientes que pensamos no melhor da equipe”, afirma.

O treinador analisa o trabalho da equipe.  “Eu vejo que todo jogo tem um aprendizado, caso você ganhe ou perca. Se perder, a tendência é refletir mais. O aprendizado é na dor. Mas os inteligentes aprendem nas vitórias também. Essa situação acaba fazendo que a equipe tenha um desempenho maduro, o nosso segundo tempo ontem foi muito maduro. Houve um trabalho árduo no primeiro e no segundo tempo e no final tivemos tranquilidade de jogar, porque não caímos fisicamente. Até o nosso primeiro gol eles fizeram um jogo equilibrado também, e depois conseguimos achar os espaços e conseguimos vencer”, avalia o técnico.

Guto também ressalta a qualidade dos centroavantes Wellington e Fábio Santos. “O Wellington conseguiu fazer tudo aquilo no segundo tempo porque o Fábio trabalhou para desgastar o adversário no primeiro. Preciso manter algumas estratégias. O Wellington não aguenta 90 minutos hoje. O Fábio, em um projeto nosso inicial, foi trazido para entrar aos poucos, mas a saída do Alexandro fez com que tivéssemos que usá-lo desde o primeiro tempo”, explica.

O comandante finaliza com  uma projeção sobre a próxima partida contra o Red Bull. “O Red Bull, até por jogar em casa também, vai ser um oponente contra o qual a nossa torcida tem que fazer a diferença e nós, o melhor dentro de campo. Nós temos jogado bem dentro ou fora de casa, e temos que fazer o nosso melhor em mais essa partida também”, enfatiza.

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