Guto Ferreira analisa empate contra o Linense: foi um jogo dificílimo e faltou um pezinho para empurrar a bola para dentro

 

Com o empate contra o Linense fora de casa na noite de ontem, a Ponte Preta manteve a invencibilidade no campeonato e dormiu na liderança do Paulista – a posição na tabela pode mudar ou não de acordo com o complemento da rodada no dia de hoje. Na opinião do técnico Guto Ferreira, o embate não foi nada fácil e a Macaca poderia ter vencido, mas faltou acertar na finalização.  
 
"Se analisarmos pelo resultado, não é o que queríamos: nós queremos sempre ganhar. Mas jogamos contra o Linense, um time que tinha 16 pontos na tabela, que até a rodada passada vinha invicto no campeonato… e jogando na casa dos caras. Embora tenha sido 0 a 0, foi um baita de um jogo. Se saí a quantidade de gols das chances criadas teria sido uma bela partida para a torcida, um jogo ainda mais emocionante dos dois lados. Faltou ali um pezinho chegar no momento certo e empurrar para dentro", diz.
 
Para o comandante alvinegro, a familiaridade do Linense com o tamanho reduzido de campo no estádio Gilbertão foi um fator que pesou a favor do adversário. “Eles estão acostumados e é um time que marca pressão. Na hora em que caiu o ritmo deles, nós conseguimos, com umas mexidas de banco, acelerar o jogo e aí tivemos chances muito claras de gol, como tivemos no primeiro tempo também. Acho até que se for analisar chances claras de gol, nós tivemos até mais que a equipe do Linense”, diz.
 
Guto reforça que a “linha de quatro” alvinegra se sustentou be. “E estamos pontuando sempre, isso é o que importa.O jogo se propôs ontem na busca do contra-ataque. Na hora que a Ponte começava o jogo, dava uma certa liberdade de saída para a equipe do Linense. E aí na hora que roubava, o Linense pressionava alto. Eles estão mais rotinados com o tamanho de campo e com a maneira que joga aqui dentro, pressionavam, jogavam pelas beiradas, mas faziam chuveiro, jogavam a bola para dentro da área. E nisso aí a nossa defesa estava bem postada e eles tiveram apenas um cabeceio no final do jogo. Fora disso, não tiveram ataque nenhum de bolas cruzadas”, analisa.
 
Em contrapartida, avalia o técnico da Ponte, na hora em a Macaca conseguia romper a defesa do Linense chegava em boas situações. “Conforme eles foram cansando, o campo foi abrindo e a Ponte pilhando situações. Não caiu o padrão defensivo da Ponte e aumentou a transição rápida. O volume de jogo apresentando pelo Linense de marcação alta se desgastou e aí de repente não houve a sustentação, e a Ponte conseguiu manter um ritmo alto. À medida em que a Ponte conseguiu ter mais a posse da bola, nós jogamos mais”, finaliza.

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