Ponte prossegue com testes físicos nesta terça-feira; goleiro Matheus garante estar preparado para defender a Macaca e diz que vai lutar para ser titular

 

Crédito obrigatório para reprodução da imagem: PontePress/Thiago Toledo

 

O goleiro Matheus foi apresentado oficialmente ontem (05) como novo reforço da Macaca. Assim como os demais atletas do elenco, Matheus realizará mais testes físicos nesta terça-feira (06) e se mostra bastante motivado em trabalhar para ser titular da equipe. 

“A Ponte Preta é uma grande oportunidade na minha carreira, é um clube que sempre gostei, por eu ser da cidade. Acompanhava nas arquibancadas e estou tendo a oportunidade de vestir essa camisa. É uma oportunidade muito boa para mim e eu vou trabalhar para agarrá-la”, afirma o jogador, que não liga em ser taxado como reserva ou titular, mas diz que vai corresponder como camisa 1.

“Eu não vejo problema algum de me anunciarem como segundo, terceiro goleiro, como também podiam falar o primeiro. Vou trabalhar e buscar meu espaço, porque também tem outros goleiros na equipe. É uma responsabilidade gostosa, de fazer o que eu gosto, algo que eu estou preparado e se for para ser o primeiro goleiro eu vou dar conta do recado”, confia o atleta.

Mesmo após uma temporada desgastante, Matheus diz que já não via a hora de voltar aos treinamentos. “Já estava sentindo falta dos treinos. Ficamos duas, três semanas em casa descansando, depois procuramos o que fazer. O corpo pede e eu sinto falta de estar jogando. Nada melhor do que começar fazendo logo os testes físicos, colocar o corpo em forma, para começar o campeonato bem”, ressalta o jogador, que pensa em fazer uma campanha vitoriosa pela Ponte.

“Todo clube que inicia uma trajetória pensa em títulos, em fazer história e conquistar. Aqui na Ponte Preta não é diferente. Todo ano cria-se uma expectativa muito grande, porque a equipe faz campanhas muito boas e quase chega ao título. O grupo vem sendo montado para conquistarmos algo grande. Tomara que venha um título. Mas temos que trabalhar com os pés no chão. A esperança tem que existir sempre, e o grupo vai brigar por isso”, acredita Matheus, que cresceu em Campinas e diz que gosta da Ponte desde muito tempo.

“Eu cresci na região dos DIC’s e lá tem muito pontepretano. Sempre fiquei no meio dos meninos que torcem pela Ponte e criei um carinho muito grande. Acompanhava a Ponte não só pela TV, mas vinha ao Moisés assistir jogos. Minha mãe não torce muito, mas meu pai sempre gostou muito do time. Por ser da cidade e acompanhar, esse carinho é maior ainda”, finaliza.

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